sábado, 28 de novembro de 2009

video de Educação Ambiental


http://www.youtube.com/watch?v=Z9N1FX0Bmn4

http://www.youtube.com/watch?v=YMFyAIZIiw8

http://www.youtube.com/watch?v=1JR8CjAYxmchttp://www.youtube.com/watch?v=7699OwH3Nco

A história da luta pelo planeta sustentável

A história da luta pelo planeta sustentável

As pessoas, os eventos, os acordos e as tragédias que construíram a trajetória global em nome da responsabilidade social e dos cuidados com a terra

1962
O livro Silent Spring (Primavera Silenciosa), da cientista americana Rachel Carson, desafia o governo americano e os agrônomos ao mostrar os perigos do uso indevido de pesticidas, tanto para os homens quanto para os animais e a natureza. Carson é considerada a fundadora do movimento ecológico.

1968
Na Conferência Intergovernamental para o Uso Racional e a Conservação da Biosfera, promovida pela Unesco, surgem as primeiras discussões sobre o desenvolvimento ecologicamente sustentável.

1969
A ONG Amigos da Terra é criada num antigo escritório do corpo de bombeiros de São Francisco,nos EUA. Dedicada à preservação da natureza, ela desencadeia campanhas bem-sucedidas, como a da salvação das baleias.
O Congresso americano aprova a lei Política Nacional do Meio Ambiente, que incumbe ao governo federal garantir a preservação da natureza e determina como deverá fazê-lo. A lei, uma das primeiras no mundo, torna-se referência.

1970
É comemorado o primeiro Dia da Terra nos Estados Unidos. Reúne 20 milhões de pessoas em manifestações pacíficas pela defesa do meio ambiente.

1971
O pesquisador francês René Dubos e a economista inglesa Barbara Ward lançam o livro Uma Terra Somente, sobre o impacto da atividade humana na biosfera. O Greenpeace nasce no Canadá e monitora com afinco as ações de governos e de empresas. Suas manifestações espetaculares, sempre na presença de jornalistas, contribuem para pôr o tema ambiental na agenda mundial. O Conselho da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) estabelece o princípio de que os poluidores devem arcar com os custos para reduzir os danos ambientais.

1972
A Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, realizada em Estocolmo, na Suécia, leva à criação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.
O Clube de Roma, organização internacional que discute problemas mundiais, lança o livro Limites do Crescimento, que prevê conseqüências desastrosas para a humanidade caso o crescimento não seja controlado. Tornou-se um best-seller, com 13 milhões de cópias vendidas e traduções em mais de 30 línguas. É, até hoje, documento consultado por especialistas.

1973
Nos EUA, é decretada uma das primeiras leis no mundo de proteção às espécies em perigo.

Nasce na Índia o movimento Chipko (que significa “abrace”), no qual mulheres de pequenas comunidades começaram a abraçar árvores para evitar que fossem derrubadas. O movimento influenciou as políticas florestais e incitou a participação feminina nas questões ecológicas.

A crise do petróleo alimenta o debate sobre os limites do crescimento econômico.

1974
Os pesquisadores Franklin Rowland e Mario Molina publicam um estudo na revista Nature mostrando que o gás CFC é responsável pela redução da camada de ozônio na atmosfera.

1975
É criado o Worldwatch Institute, organização que visa a aumentar a atenção pública para as ameaças ambientais no mundo e provocar a criação de políticas governamentais consistentes. Seu relatório anual State of the World começaria a ser publicado em 1984.

1976
É realizado o primeiro encontro Habitat em Vancouver, no Canadá, que relaciona as questões do meio ambiente às aglomerações urbanas.

1977
O Movimento Cinturão Verde começa no Quênia. Comunidades plantam árvores para evitar a desertificação.

1978
O superpetroleiro Amoco Cadiz parte-se ao meio e despeja 227 mil toneladas de óleo no mar da costa francesa. É o maior derramamento de petróleo da história.

1979
O acidente nuclear na usina de Three Mile Island, no estado de Pensilvânia, Estados Unidos, não causa mortes, mas representa um golpe para a popularidade da tecnologia nuclear.

1980
O relatório Global 2000, encomendado pelo presidente Jimmy Carter, afirma pela primeira vez que a biodiversidade é fundamental para o funcionamento do ecossistema planetário.

1982
É criado o World Resources Institute (WRI) nos EUA. Em 1986, a organização começaria a publicar suas avaliações bienais sobre os recursos disponíveis no mundo.

A crise internacional da dívida ameaça o sistema financeiro mundial. Para a América Latina e outros países do Terceiro Mundo, a década de 80 seria a chamada década perdida.

A Carta Mundial para a Natureza, das Nações Unidas, adota o princípio de que ecossistemas e organismos, além de recursos da terra, do mar e da atmosfera utilizados pelo homem, devem ser geridos de modo a manter uma produtividade sustentável.

1984
Vazamento químico da empresa Union Carbide, em Bhopal, na Índia, provoca 10 mil mortes e problemas graves de saúde em 300 mil pessoas.

Seca na Etiópia mata de fome de 250 mil a 1 milhão de pessoas.

1985
Num encontro realizado na Áustria, a Sociedade Meteorológica Mundial, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Unep) e o Conselho Internacional das Uniões Científicas (Icsu) alertam para o aumento na atmosfera das quantidades de CO2 e de outros gases que provocam o efeito estufa. Eles também prevêem o aquecimento global.

Cientistas americanos e europeus, depois de anos de pesquisa, descobrem o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica.

1986
A Fundação SOS Mata Atlântica é criada no Brasil para defender o que resta da mata atlântica. A ONG, que reúne cientistas, políticos e empresários, representa um amadurecimento do movimento ambientalista no país.

Acidente na usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, URSS. A cidade é evacuada e uma poeira radiativa cobre a Europa.

1987
Nosso Futuro Comum, ou o Relatório Brundtland, da Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, populariza o termo “desenvolvimento sustentável”, definindo-o como o modelo que “atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem as suas próprias necessidades”.

1988
O seringueiro e sindicalista Chico Mendes, que lutava contra a destruição da floresta amazônica, é assassinado em Xapuri, no Acre. Vira mártir global da causa verde.

O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) é estabelecido para avaliar as informações científicas, técnicas e socioeconômicas mais atualizadas sobre o assunto.

1989
O petroleiro Exxon Valdez despeja 42 milhões de litros de petróleo na costa do Alasca, em um dos maiores desastres ambientais da história.

1990
O agrônomo José Lutzenberger é nomeado Secretário Especial do Meio Ambiente da Presidência da República. Lutzenberger foi um dos precursores, em todo o mundo, do movimento ecológico.

O empresário suíço Stephan Schmidheiny cria o Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (que se tornaria depois o WBCSD), envolvendo presidentes de grandes empresas para a questão da sustentabilidade e abrindo um fórum para troca de experiências.

1991
Durante a Guerra do Golfo, centenas de poços de petróleo no Kuwait são incendiados pelas tropas iraquianas em retirada. A queima continua por até oito meses após o conflito.

1992
O Rio de Janeiro sedia a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Unced), a Eco-92. Dela resulta a Agenda 21, que estabelece um novo padrão de desenvolvimento ambiental. Também são assinadas a Convenção da Biodiversidade e a Convenção de Mudanças Climáticas.

1993
Primeiro encontro da Comissão das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, que tem por objetivo acompanhar a aplicação das decisões da Unced e aumentar a cooperação internacional.

1995
O ativista nigeriano Ken Saro-Wiwa, que lutava contra a degradação ambiental provocada pela exploração de petróleo no delta do Rio Níger, é condenado à morte por assassinato. Fora do país, seu julgamento é tido como uma farsa.

A quarta Conferência Mundial das Mulheres, realizada em Pequim, reconhece que o status da mulher avançou, mas que desigualdades entre homens e mulheres ainda persistem, e os obstáculos para a igualdade continuam grandes.

1996
A norma ISO 14.001, que trata da gestão ambiental das empresas, é adotada como padrão internacional.

No dia 17 de abril, em Eldorado dos Carajás, no sul do Pará, a Polícia Militar do governo Almir Gabriel mata 19 trabalhadores semterra que se manifestavam pela desapropriação de uma fazenda. Dez deles foram assassinados com tiros à queima-roupa. O ministro da Agricultura se demite.

1998
Controvérsia sobre os organismos geneticamente modificados (OGM). A União Européia proíbe a importação de produtos agrícolas geneticamente modificados.

1999
A Dow Jones lança o primeiro índice de sustentabilidade das empresas, destinado a se tornar uma ferramenta para investidores que busquem empresas lucrativas que adotam princípios de desenvolvimento sustentável.

2000
Os macacos de rabo vermelho de Gana e da Costa do Marfim são declarados extintos. É a primeira extinção de um membro da ordem dos primatas em séculos. Atualmente, 16.118 espécies estão ameaçadas de extinção.

A Assembléia Geral da ONU estabelece os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

2001
Ataques terroristas ao World Trade Center e ao Pentágono colocam os Estados Unidos em guerra. A China passa a integrar a Organização Mundial do Comércio, acelerando suas mudanças econômicas internas.

A China, a Índia e o Brasil passam a ser vistos como novas forças econômicas no mundo.

2004
Wangari Muta Maathai, fundadora do movimento Cinturão Verde no Quênia, torna-se a primeira ambientalista a receber o Prêmio Nobel da Paz.

A epidemia de Aids na África continua com proporções épicas. Apenas no ano de 2004, estima-se que 2,5 milhões de pessoas morreram e outras 3 milhões foram infectadas pelo HIV. Com apenas 10% da população mundial, a região tem 60% dos casos de infecção. É drama que comove o planeta e deflagra vasta campanha de saúde.

2005
O Protocolo de Kyoto entra em vigor, obrigando países desenvolvidos a reduzir os gases que provocam o efeito estufa e estabelecendo o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo para os países em desenvolvimento.

A Bovespa lança o Índice de Sustentabilidade Empresarial.

2007
O Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) divulga seu mais bombástico relatório, apontando as conseqüências do aquecimento global até 2100, caso o homem nada faça para impedi-lo.

Encontro em Sydney, na Austrália, avança na aprovação da ISO 26.000, a norma para a responsabilidade social das empresas de todo o mundo.

O filme Uma Verdade Inconveniente, dirigido por Davis Guggenheim e protagonizado pelo ex-presidente americano Al Gore, ganha o Oscar de melhor documentário.

Fonte: International Institute for Sustainable Development

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Permacultura


A permacultura é um método holístico para planejar, atualizar e manter sistemas de escala humana (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.
Foi criada pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren na década de 1970. O termo, cunhado na Austrália, veio de permanent agriculture, e mais tarde se estendeu para significar permanent culture. A sustentabilidade ecológica, idéia inicial, estendeu-se para a sustentabilidade dos assentamentos humanos.
Os princípios da Permacultura vem da posição de Mollison de que "a única decisão verdadeiramente ética é cada um tomar para si a responsabilidade de sua própria existência e da de seus filhos" (Mollison, 1990). A ênfase está na aplicação criativa dos princípios básicos da natureza, integrando plantas, animais, construções, e pessoas em um ambiente produtivo e com estética e harmonia. E, neste ponto encontra paralelos com a Agricultura Natural, que sendo difundida intencionalmente pelas pesquisas de Masanabu Fukuoka por todo o mundo, chegaram as mãos dos senhores fundadores da permacultura e foram por eles desenvolvidas.
Permacultura é uma síntese das práticas agrícolas tradicionais com idéias inovadoras. Unindo o conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar.
A permacultura, além de ser um método para planejar sistemas de escala humana, proporciona uma forma sistêmica de se visualizar o mundo e as correlações entre todos os seus componentes. Serve, portanto, como meta-modelo para a prática da visão sistêmica, podendo ser aplicada em todas as situações necessárias, desde como estruturar o habitat humano até como resolver questões complexas do mundo empresarial.
Permacultura é a utilização de uma forma sistêmica de pensar e conceber princípios ecológicos que podem ser usados para projetar, criar, gerir e melhorar todos os esforços realizados por indivíduos, famílias e comunidades no sentido de um futuro sustentável.
A Permacultura origina-se de uma cultura permanente do ambiente. Estabelecer em nossa rotina diária, hábitos e costumes de vida simples e ecológicos - um estilo de cultura e de vida em integração direta e equilibrada com o meio ambiente, envolvendo-se cotidianamente em atividades de auto-produção dos aspectos básicos de nossas vidas referentes a abrigo, alimento, transporte, saúde, bem-estar, educação e energias sustentáveis. (RICIARDI, Ju. 2008)
Pode se dizer que os três pilares da Permacultura são:
  • Cuidado com a Terra;
  • Cuidado com as Pessoas; e
  • Repartir os excedentes
No Brasil existe desde 2007 um Coletivo de Permacultores que tem difundido a permacultura de forma diferenciada, criando vivências permaculturais e formação em Permacultura e Bioconstrução.

11th hour movie

Narrated by Leonardo DiCaprio, this captivating documentary explores the perilous state of our planet, and the means by which we can change our course.

http://www.megavideo.com/?v=GQ173H1D

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cartilha Pegada Ecológica

Você já parou para pensar que a forma como vivemos deixa marcas no meio ambiente? Nossa caminhada pela Terra deixa “rastros”, “pegadas”, que podem ser maiores ou menores, dependendo de como caminhamos.

Se não prestamos atenção no caminho, ou aceleramos demais o passo, nossas pegadas se tornam bem mais pesadas e visíveis. Porém, quando andamos num ritmo tranqüilo e estamos mais atentos ao ato de caminhar, nossas pegadas são suaves. Assim é também a “Pegada Ecológica”. Quanto mais se acelera nossa exploração do meio ambiente, maior se torna a marca que deixamos na Terra.
A Cartilha Pegada Ecológica fala do impacto da ação humana no Planeta e explica como é possível calcular o quanto de recursos naturais utilizamos para sustentar nosso estilo de vida.


Reflexos das Cores Amazônicas no Mosaico da Educação Ambiental

O WWF-Brasil apresenta nesta publicação uma análise das 198 experiências coletadas através do projeto "Levantamento Diagnostico de Experiências em Educação Ambiental na Região Amazônica", realizado em parceria com instituições de seis estados amazônicos (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima). Ela foi organizada para tornar publicas estas atividades, dando visibilidade às múltiplas concepções e abordagens metodológicas dos projetos de educação ambiental realizados no maior bioma brasileiro.


livro disponível em pdf
http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/educacao/educacao_pub/?3100

Cadernos de Educação Ambiental Água para Vida - Água para Todos

O primeiro dos dois volumes da publicação, o Livro das Águas, traz um conjunto de textos sobre a situação das águas no pais e visa estimular a pesquisa, a vontade de conhecer e de participar no seu cuidado e gestão.

O segundo, o Guia de Atividades, sugere uma série de ações e práticas para sensibilizar, estimular a construção de conhecimentos, despertar a criatividade ao lidar com questões ambientais e chamar pessoas e grupos à ação pelo meio ambiente. Sugerimos que o Guia de Atividades ande sempre de mãos dadas com o Livro da Águas, pois a interação entre eles certamente enriquece e amplia as possibilidades de uso do material.

livro disponível em pdf:
http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/educacao/educacao_pub/?2986

Redes - uma introdução às dinâmicas da conectividade e da auto-organização

O livro apresenta conceitos e reflexões sobre redes, sua história, suas dinâmicas, potencialidades e desafios. Aponta fundamentos e princípios de organização bem como alguns instrumentos e aspectos-chave para sua gestão. Traz ainda relatos de experiências, imagens, documentos, bibliografia sobre o tema, indicações de sites para pesquisa e outros materiais que podem ajudar a qualquer pessoa ou grupo que queira iniciar um processo de construção ou consolidação de redes já existentes.


disponível em pdf : http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/reducao_de_impactos2/educacao/educacao_pub/?3960

Ajude a natureza

  • Junte-se a um grupo de voluntários para melhorar as condições sócio-ambientais de onde mora.
  • Assine petições a favor de medidas ambientais.
  • Plante uma árvore (www.clickarvore.com.br). Ela proporciona sombra e bem-estar. Além disso, você estará contribuindo para evitar o aquecimento global. Em média, uma árvore absorve 200Kg de carbono durante seu crescimento, evitando que haja mais CO2, o principal gás de efeito estufa, na atmosfera.
  • Denuncie queimadas irregulares. O fogo pode se alastrar destruindo o hábitat de milhares de animais, além jogar gases causadores do aquecimento global na atmosfera.
  • Invista em empresas com políticas socioambientais.
  • Proponha a adoção de uma política de responsabilidade sócio-ambiental no seu trabalho.
Veja abaixo dicas simples de como diminuir o impacto das festas de final de ano:
  • Evite papéis laminados e com purpurina, pois não podem ser reciclados;
  • Embrulhe os presentes em papéis simples e utilize o que sobrar para fazer suas próprias etiquetas de/para;
  • Envie cartões de Natal eletrônicos e previna o desperdício de papel;
  • Pegue sacolas plásticas apenas quando necessário. Se possível, prefira os sacos de papel;
  • Utilize ornamentos naturais na decoração de Natal como pinhos e fibras;
  • Recicle latas e garrafas vazias depois das festas, além das embalagens de seus presentes;
  • Compre lembranças de Natal certificadas. Os selos de certificação garantem que os artigos foram produzidos de acordo com todas as leis do país, tanto ambientais como trabalhistas. Para produtos madeireiros procure o selo FSC;
  • Na hora da ceia, atente para a carne que for comprar. Cerca de 70% das áreas desmatadas no Brasil viram pastos. Para garantir que a carne que você come não vem desses pastos, procure o selo certificação Orgânico – IBD.

O que eu posso fazer para evitar o tráfico de animais silvestres?

  • Não compre objetos e bijuterias com penas de animais.
  • Conheça a Lei de Crimes Ambientais.
  • Não compre animais silvestres.
  • Denuncie tráfico de animais silvestre à Linha Verde do Ibama – 0800618080
fonte: http://www.wwf.org.br/participe/acao/dicas/?9260

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