"Muitas vezes nós subestimamos o poder de um toque, um sorriso, uma palavra gentil, um ouvido atento, um elogio honesto, ou o menor ato de cuidar, que têm o potencial para transformar uma vida." Leo F. Buscaglia
Este lindo Planeta Azul, nossa querida GAIA, é possuidora de uma força e beleza tão intensa e abrangente que é impossível não sentirmos UNO com TODOS.
domingo, 27 de março de 2011
Hora do Planeta 2011
http://www.horadoplaneta.org.br/leiamais.php?id_noticia=114
Em todas as regiões do país, governos, empresas, pessoas e organizações ajudaram a marcar um recorde de participação na edição de 2011 do movimento global. Agora, é preciso avançar para além da hora.
Com a participação de 20 capitais em um conjunto de 123 cidades, os estados do Acre e do Espírito Santo, além de mais de 1.948 empresas e organizações, a Hora do Planeta 2011 bateu um recorde de participação desde que o evento global é realizado no Brasil, há três anos. Em 2009, foram 113 cidades, e, em 2010, 98 cidades. Atrelado ao maior movimento global contra o aquecimento planetário, milhões de brasileiros puderam apagar as luzes de suas residências e conferir monumentos, prédios públicos, empresas e outras edificações sem iluminação por uma hora. Pode parecer pouco, mas o gesto chama para uma grande reflexão e ações sobre os desafios impostos pelas mudanças climáticas e questões ambientais em geral.
"A participação de pessoas, organizações e governos na Hora do Planeta é um gesto concreto em direção à sustentabilidade. Significa que todos estão preocupados e atentos ao aquecimento global e que queremos fazer a nossa parte pelo direito de nossos filhos e netos herdarem um planeta habitável", afirmou Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
E como não podia deixar de ser, capitais e demais cidades brasileiras proporcionaram momentos emocionantes e de grande mobilização pública.
Hora de samba - Nos Arcos da Lapa, um dos monumentos que teve as luzes apagadas durante a Hora do Planeta na cidade do Rio de Janeiro (RJ), cerca de 3,5 mil pessoas sambaram ao som das escolas de samba Mangueira, Portela, União da Ilha e Grande Rio. Afinal, pelo terceiro ano consecutivo, a capital carioca foi a sede oficial da Hora do Planeta no Brasil. Este ano, o movimento foi ainda mais especial, pois a população participou pela primeira vez de um evento público com muita música e alegria. Antes mesmo das luzes se apagarem, o músico Toni Garrido já animava a multidão no evento promovido pelo WWF-Brasil.
Pontualmente às 20h30, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc, desligaram um "grande interruptor", cortando a iluminação do Cristo Redentor, da orla de Copacabana, do Arpoador, do Pão de Açúcar, da Igreja da Penha, do Castelinho da Fiocruz, do Monumento aos Pracinhas, do Jockey Clube e, é claro, dos Arcos da Lapa.
A convite do WWF-Brasil, antes das luzes se apagarem, todos se uniram num emocionante minuto de silêncio em homenagem às vitimas das enchentes no Brasil no início do ano, que afetaram severamente o estado do Rio de Janeiro, e ao recente terremoto e tsunami no Japão.
"Hoje, o Brasil está se juntando a mais de cem países no mundo para mostrar a necessidade de cuidar do planeta. A proteção do meio ambiente é vida e o povo brasileiro pode modificar a realidade atual de degradação. Depende de vocês e de todos nós", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Capital federal - Em Brasília, o evento oficial aconteceu no Museu da República. De lá, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti, desligaram um interruptor, simbolizando o apagar das luzes da cidade. O movimento desligou a iluminação da Esplanada dos Ministérios, assim como a de monumentos como o Palácio do Buriti e Anexo, Memorial JK, Teatro Nacional, Catedral, Museu do Índio, Complexo Cultural da República e Ponte JK. "Nossa cidade tem que ser o símbolo de sustentabilidade e tomar parte na luta pela defesa do clima, da preservação da água e das nossas riquezas naturais", ressaltou o governador.
Já o Superintendente de Conservação do WWf-Brasil, Cláudio Maretti, fez questão de lembrar as recentes tragédias ambientais que o mundo vem presenciando, como a que ocorreu no Brasil no início deste ano no Rio de Janeiro, matando milhares de pessoas. "As catástrofes estão aí para mostrar que não podemos mais continuar do jeito que estamos. Por isso nos reunimos hoje para lembrar que precisamos mudar nosso jeito de agir", disse. E de acordo com Maretti, Brasília precisa assumir o seu papel de "Capital do Cerrado". "Além de preservar o seu patrimônio arquitetônico, a capital precisa assumir o compromisso com a conservação do Cerrado, com a preservação das nascentes e implementar uma política de tratamento de resíduos sólidos, ainda mais porque a cidade será uma das sedes da Copa do Mundo", ressaltou. Após o apagar das luzes, houve uma apresentação de percussão do grupo Batukenjé, criado em 2006, na Finlândia.
Terra de Chico Mendes - Quatro cidades acreanas*, a capital Rio Branco, Xapuri, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira, apagaram luzes por uma hora neste sábado. Na capital aconteceram a maioria das atividades, como uma concentração em frente ao Palácio Rio Branco para acompanhar o apagar das luzes na sede do Governo Estadual e na Assembléia Legislativa. Em seguida, a população saiu em "bicicleata" até a ponte JK, onde a iluminação também foi apagada. A prefeitura de Rio Branco, o calçadão da Gameleira e a passarela Joaquim Macedo, além das casas de milhares de acreanos pelo estado também abraçaram a Hora do Planeta. Em Xapuri, além de prédios públicos, serão apagadas as luzes da casa onde viveu e foi assassinado o líder seringueiro Chico Mendes, um dos ícones do socioambientalismo brasileiro.
Segundo o secretário estadual de Meio Ambiente, Edgard de Deus, a participação do Acre na Hora do Planeta reflete uma verdadeira preocupação do estado sobre as questões ambientais. "Não é uma questão de economizar energia, mas de refletirmos sobre o que estamos fazendo com o mundo", avalia. Elenira Mendes, filha de Chico Mendes, alegra-se pela referência à luta de seu pai em um movimento de escala mundial. "É de um simbolismo sem tamanho, uma coisa grandiosa. Meu pai, que foi uma das pessoas que mais levaram para o mundo o nome da Amazônia e a importância da floresta, estaria muito feliz se soubesse que nossa casa fará parte dessa mobilização", ressaltou.
Estrelas em Juazeiro - Juazeiro do Norte (CE) participou apagando as luzes de seu monumento mais famoso: a estátua do Padre Cícero, fundador do município, que este ano completa cem anos de emancipação política. A estátua, construída em 1969 com 27 metros de altura, atrai milhões de religiosos e turistas todos os anos para a cidade, um dos maiores centros religiosos da América Latina. Enquanto o monumento esteve sem iluminação, a população foi convidada a observar o céu através de três telescópios. "O planeta Saturno e seus anéis, estrelas e nebulosas estiveram ao alcance da visão de todos", escreveu o responsável pela estação astronômica PieGise, Valmir Martins de Morais. Durante o evento, foram sorteados livros e DVDs sobre astronomia. A estação também organizou uma exposição de painéis com imagens captadas por telescópios e sondas espaciais.
Boi-bumbá, música e poesia - Pela terceira vez consecutiva, o Teatro Amazonas, um dos maiores ícones da cidade de Manaus (AM), apagou suas luzes por uma hora. Vários outros "símbolos manauaras" apagaram suas luzes manifestando adesão à campanha promovida pelo WWF, como a Praça da Saudade, o Amazonas Shopping e o prédio da Procuradoria da República do Amazonas. No centro da capital, produtores culturais declamaram poesias, leram contos e realizaram performances musicais. Conforme a produtora cultural Michelle Andrews disse que o objetivo da mobilização foi resgatar antigos hábitos amazonenses. "Como conversar à porta de casa, trocar idéias nas calçadas à luz de velas", disse.
No interior do Teatro Amazonas, a secretaria Estadual da Cultura organizou uma apresentação da Orquestra de Câmara do Amazonas e dos Bumbás de Parintins, Garantido e Caprichoso. Na Praça da Saudade, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente distribuiu material sobre as mudanças climáticas e mudas do Horto Municipal. O Amazonas Shopping apagou as luzes de sua fachada e de corredores. A TV AmazonSat desligou lâmpadas e aparelhos de ar condicionado, além de ter veiculado, na última semana, vídeos da campanha.
Momento pantaneiro - Na borda do Pantanal, um dos mais importantes biomas brasileiros, a capital Campo Grande (MS) participou pela terceira vez da Hora do Planeta apagando luzes de monumentos como o prédio histórico Morada dos Baís, a Central de Atendimento ao Cidadão e o Obelisco, e promovendo um evento público na Praça do Rádio, com apresentações de rodas de capoeira, da bateria de uma escola de samba e da Banda Municipal, com a praça municipal iluminada por tochas e fogueiras. Também foram desligadas as luzes do Horto Florestal, dos parques Jacques da Luz, Tarsila do Amaral, Belmar Fidalgo e Elias Gadia.
De acordo a prefeitura de Campo Grande, a participação dos órgãos municipais é fundamental para despertar a consciência dos cidadãos campo-grandenses sobre os impactos do aquecimento global e suas conseqüências ao meio ambiente e à vida das pessoas.
Além da Hora - De forma inédita, a Hora do Planeta 2011 conclama cidadãos, governos, empresas e demais organizações do Brasil e de todo o mundo para manterem o movimento aceso e adotarem medidas concretas contra o aquecimento global e pela restauração e conservação dos ambientes naturais, pela economia de água, de energia e recursos naturais em geral, contra o desmatamento, pelo reforço da legislação ambiental e pelo combate à pobreza com sustentabilidade.
Logo, o WWF-Brasil incentiva todos os participantes da Hora do Planeta a se comprometerem com a conservação da natureza e a desenvolverem projetos que visem sua sustentabilidade ambiental no longo prazo. São ações, por exemplo, que promovam o uso de meios de transporte menos poluentes e a coleta de lixo seletiva, a criação de unidades de conservação, a proteção das nascentes de água e o cumprimento da legislação ambiental são exemplos do que pode ser feito. Você pode obter mais dicas em www.beyondthehour.org/?lang=pt
E no hotsite www.horadoplaneta.org.br é possível conferir histórias da Hora do Planeta, além de "baixar" materiais como banners, filmes, cartazes, imagens, papéis de parede, protetores de tela e twibbons para Twitter e Facebook.
A Hora do Planeta no Brasil teve o patrocínio da Coca Cola Brasil, TIM, Banco do Brasil, Rossi e HSBC e apoio institucional da Frente Nacional de Prefeitos e Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão.
Eles participaram da Hora do Planeta nos Arcos da Lapa (RJ)
Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil: "Eu não gostaria de viver em um mundo sem natureza, sem água limpa, sem árvores... Por isso, convidamos vocês a repensarem seus atos e se juntarem a nós na busca por um mundo com mais natureza".
Sérgio Besserman, conselheiro do WWF-Brasil: "A Hora do Planeta é um momento mágico que reúne duas das dimensões mais fundamentais da civilização contemporânea: as mudanças climáticas e a conexão global por liberdade".
Robson Rocha, vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil: "Às vezes esquecemos de cuidar da nossa casa e somos chamados a refletir sobre isso. Esse é um momento de refletir e fazer certo para deixar um Brasil melhor para nossos filhos e netos"
João Domenech Oneto, diretor de Comunicação Corporativa da Coca-Cola Brasil: "A Hora do Planeta é um ato simbólico e que enfatiza a necessidade do agir de cada um no dia a dia. A Coca-Cola fica muito satisfeita de participar desse evento"
Maurício Bacellar, Comunicação e Sustentabilidade da TIM: "Ver essa multidão participante da Hora do Planeta faz todo o esforço de mobilização que o WWF-Brasil, a TIM e os outros patrocinadores fazem valer à pena. Preservar nosso maior patrimônio, que é a Terra, depende de mobilização e é isso que a Hora do Planeta faz"
Carlos Minc, Secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro: "O Brasil já deu grandes exemplos de que pode fazer muito por um planeta melhor com a redução do desmatamento e outras ações. Agora todos devem fazer sua parte reciclando, andando de bicicleta, apagando as luzes e apagando o desperdício"
Toni Garrido, músico e ator: "É muito legal participar dessa luta para fazer com que o meio ambiente salve nossas vidas. Não se enganem: sem o meio ambiente, nós não sobreviveremos"
Cristiane Noronha, coordenadora educacional, que foi ao Arco da Lapa para participar da Hora do Planeta: "O evento está muito bonito e emocionante. Trabalho com educação em Minas Gerais e com certeza vou levar essa mensagem da Hora do Planeta aos meus alunos.
Nilo Sérgio, mestre de bateria da Portela: "Para a Portela é uma grande honra participar da Hora do Planeta e ajudar o Brasil a ter consciência que o planeta precisa de ajuda. Lá em Madureira (bairro onde fica a sede da escola) está tudo apagado, inclusive o shopping Madureira".
Leila da Lapa, feirante da Feira Noturna da Lapa Legal : "Para gente é muito legal poder fazer a nossa parte. A Lapa ficou muito legal assim e é bom que as pessoas mais novas já começam a pensar que tem que cuidar do planeta".
Foto: WWF-Brasil / Cristina Lacerda
Com a participação de 20 capitais em um conjunto de 123 cidades, os estados do Acre e do Espírito Santo, além de mais de 1.948 empresas e organizações, a Hora do Planeta 2011 bateu um recorde de participação desde que o evento global é realizado no Brasil, há três anos. Em 2009, foram 113 cidades, e, em 2010, 98 cidades. Atrelado ao maior movimento global contra o aquecimento planetário, milhões de brasileiros puderam apagar as luzes de suas residências e conferir monumentos, prédios públicos, empresas e outras edificações sem iluminação por uma hora. Pode parecer pouco, mas o gesto chama para uma grande reflexão e ações sobre os desafios impostos pelas mudanças climáticas e questões ambientais em geral.
"A participação de pessoas, organizações e governos na Hora do Planeta é um gesto concreto em direção à sustentabilidade. Significa que todos estão preocupados e atentos ao aquecimento global e que queremos fazer a nossa parte pelo direito de nossos filhos e netos herdarem um planeta habitável", afirmou Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
E como não podia deixar de ser, capitais e demais cidades brasileiras proporcionaram momentos emocionantes e de grande mobilização pública.
Hora de samba - Nos Arcos da Lapa, um dos monumentos que teve as luzes apagadas durante a Hora do Planeta na cidade do Rio de Janeiro (RJ), cerca de 3,5 mil pessoas sambaram ao som das escolas de samba Mangueira, Portela, União da Ilha e Grande Rio. Afinal, pelo terceiro ano consecutivo, a capital carioca foi a sede oficial da Hora do Planeta no Brasil. Este ano, o movimento foi ainda mais especial, pois a população participou pela primeira vez de um evento público com muita música e alegria. Antes mesmo das luzes se apagarem, o músico Toni Garrido já animava a multidão no evento promovido pelo WWF-Brasil.
Pontualmente às 20h30, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o secretário estadual de Meio Ambiente, Carlos Minc, desligaram um "grande interruptor", cortando a iluminação do Cristo Redentor, da orla de Copacabana, do Arpoador, do Pão de Açúcar, da Igreja da Penha, do Castelinho da Fiocruz, do Monumento aos Pracinhas, do Jockey Clube e, é claro, dos Arcos da Lapa.
A convite do WWF-Brasil, antes das luzes se apagarem, todos se uniram num emocionante minuto de silêncio em homenagem às vitimas das enchentes no Brasil no início do ano, que afetaram severamente o estado do Rio de Janeiro, e ao recente terremoto e tsunami no Japão.
"Hoje, o Brasil está se juntando a mais de cem países no mundo para mostrar a necessidade de cuidar do planeta. A proteção do meio ambiente é vida e o povo brasileiro pode modificar a realidade atual de degradação. Depende de vocês e de todos nós", disse a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Capital federal - Em Brasília, o evento oficial aconteceu no Museu da República. De lá, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, e o superintendente de Conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti, desligaram um interruptor, simbolizando o apagar das luzes da cidade. O movimento desligou a iluminação da Esplanada dos Ministérios, assim como a de monumentos como o Palácio do Buriti e Anexo, Memorial JK, Teatro Nacional, Catedral, Museu do Índio, Complexo Cultural da República e Ponte JK. "Nossa cidade tem que ser o símbolo de sustentabilidade e tomar parte na luta pela defesa do clima, da preservação da água e das nossas riquezas naturais", ressaltou o governador.
Já o Superintendente de Conservação do WWf-Brasil, Cláudio Maretti, fez questão de lembrar as recentes tragédias ambientais que o mundo vem presenciando, como a que ocorreu no Brasil no início deste ano no Rio de Janeiro, matando milhares de pessoas. "As catástrofes estão aí para mostrar que não podemos mais continuar do jeito que estamos. Por isso nos reunimos hoje para lembrar que precisamos mudar nosso jeito de agir", disse. E de acordo com Maretti, Brasília precisa assumir o seu papel de "Capital do Cerrado". "Além de preservar o seu patrimônio arquitetônico, a capital precisa assumir o compromisso com a conservação do Cerrado, com a preservação das nascentes e implementar uma política de tratamento de resíduos sólidos, ainda mais porque a cidade será uma das sedes da Copa do Mundo", ressaltou. Após o apagar das luzes, houve uma apresentação de percussão do grupo Batukenjé, criado em 2006, na Finlândia.
Terra de Chico Mendes - Quatro cidades acreanas*, a capital Rio Branco, Xapuri, Santa Rosa do Purus e Sena Madureira, apagaram luzes por uma hora neste sábado. Na capital aconteceram a maioria das atividades, como uma concentração em frente ao Palácio Rio Branco para acompanhar o apagar das luzes na sede do Governo Estadual e na Assembléia Legislativa. Em seguida, a população saiu em "bicicleata" até a ponte JK, onde a iluminação também foi apagada. A prefeitura de Rio Branco, o calçadão da Gameleira e a passarela Joaquim Macedo, além das casas de milhares de acreanos pelo estado também abraçaram a Hora do Planeta. Em Xapuri, além de prédios públicos, serão apagadas as luzes da casa onde viveu e foi assassinado o líder seringueiro Chico Mendes, um dos ícones do socioambientalismo brasileiro.
Segundo o secretário estadual de Meio Ambiente, Edgard de Deus, a participação do Acre na Hora do Planeta reflete uma verdadeira preocupação do estado sobre as questões ambientais. "Não é uma questão de economizar energia, mas de refletirmos sobre o que estamos fazendo com o mundo", avalia. Elenira Mendes, filha de Chico Mendes, alegra-se pela referência à luta de seu pai em um movimento de escala mundial. "É de um simbolismo sem tamanho, uma coisa grandiosa. Meu pai, que foi uma das pessoas que mais levaram para o mundo o nome da Amazônia e a importância da floresta, estaria muito feliz se soubesse que nossa casa fará parte dessa mobilização", ressaltou.
Estrelas em Juazeiro - Juazeiro do Norte (CE) participou apagando as luzes de seu monumento mais famoso: a estátua do Padre Cícero, fundador do município, que este ano completa cem anos de emancipação política. A estátua, construída em 1969 com 27 metros de altura, atrai milhões de religiosos e turistas todos os anos para a cidade, um dos maiores centros religiosos da América Latina. Enquanto o monumento esteve sem iluminação, a população foi convidada a observar o céu através de três telescópios. "O planeta Saturno e seus anéis, estrelas e nebulosas estiveram ao alcance da visão de todos", escreveu o responsável pela estação astronômica PieGise, Valmir Martins de Morais. Durante o evento, foram sorteados livros e DVDs sobre astronomia. A estação também organizou uma exposição de painéis com imagens captadas por telescópios e sondas espaciais.
Boi-bumbá, música e poesia - Pela terceira vez consecutiva, o Teatro Amazonas, um dos maiores ícones da cidade de Manaus (AM), apagou suas luzes por uma hora. Vários outros "símbolos manauaras" apagaram suas luzes manifestando adesão à campanha promovida pelo WWF, como a Praça da Saudade, o Amazonas Shopping e o prédio da Procuradoria da República do Amazonas. No centro da capital, produtores culturais declamaram poesias, leram contos e realizaram performances musicais. Conforme a produtora cultural Michelle Andrews disse que o objetivo da mobilização foi resgatar antigos hábitos amazonenses. "Como conversar à porta de casa, trocar idéias nas calçadas à luz de velas", disse.
No interior do Teatro Amazonas, a secretaria Estadual da Cultura organizou uma apresentação da Orquestra de Câmara do Amazonas e dos Bumbás de Parintins, Garantido e Caprichoso. Na Praça da Saudade, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente distribuiu material sobre as mudanças climáticas e mudas do Horto Municipal. O Amazonas Shopping apagou as luzes de sua fachada e de corredores. A TV AmazonSat desligou lâmpadas e aparelhos de ar condicionado, além de ter veiculado, na última semana, vídeos da campanha.
Momento pantaneiro - Na borda do Pantanal, um dos mais importantes biomas brasileiros, a capital Campo Grande (MS) participou pela terceira vez da Hora do Planeta apagando luzes de monumentos como o prédio histórico Morada dos Baís, a Central de Atendimento ao Cidadão e o Obelisco, e promovendo um evento público na Praça do Rádio, com apresentações de rodas de capoeira, da bateria de uma escola de samba e da Banda Municipal, com a praça municipal iluminada por tochas e fogueiras. Também foram desligadas as luzes do Horto Florestal, dos parques Jacques da Luz, Tarsila do Amaral, Belmar Fidalgo e Elias Gadia.
De acordo a prefeitura de Campo Grande, a participação dos órgãos municipais é fundamental para despertar a consciência dos cidadãos campo-grandenses sobre os impactos do aquecimento global e suas conseqüências ao meio ambiente e à vida das pessoas.
Além da Hora - De forma inédita, a Hora do Planeta 2011 conclama cidadãos, governos, empresas e demais organizações do Brasil e de todo o mundo para manterem o movimento aceso e adotarem medidas concretas contra o aquecimento global e pela restauração e conservação dos ambientes naturais, pela economia de água, de energia e recursos naturais em geral, contra o desmatamento, pelo reforço da legislação ambiental e pelo combate à pobreza com sustentabilidade.
Logo, o WWF-Brasil incentiva todos os participantes da Hora do Planeta a se comprometerem com a conservação da natureza e a desenvolverem projetos que visem sua sustentabilidade ambiental no longo prazo. São ações, por exemplo, que promovam o uso de meios de transporte menos poluentes e a coleta de lixo seletiva, a criação de unidades de conservação, a proteção das nascentes de água e o cumprimento da legislação ambiental são exemplos do que pode ser feito. Você pode obter mais dicas em www.beyondthehour.org/?lang=pt
E no hotsite www.horadoplaneta.org.br é possível conferir histórias da Hora do Planeta, além de "baixar" materiais como banners, filmes, cartazes, imagens, papéis de parede, protetores de tela e twibbons para Twitter e Facebook.
A Hora do Planeta no Brasil teve o patrocínio da Coca Cola Brasil, TIM, Banco do Brasil, Rossi e HSBC e apoio institucional da Frente Nacional de Prefeitos e Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão.
Eles participaram da Hora do Planeta nos Arcos da Lapa (RJ)
Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil: "Eu não gostaria de viver em um mundo sem natureza, sem água limpa, sem árvores... Por isso, convidamos vocês a repensarem seus atos e se juntarem a nós na busca por um mundo com mais natureza".
Sérgio Besserman, conselheiro do WWF-Brasil: "A Hora do Planeta é um momento mágico que reúne duas das dimensões mais fundamentais da civilização contemporânea: as mudanças climáticas e a conexão global por liberdade".
Robson Rocha, vice-presidente de Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil: "Às vezes esquecemos de cuidar da nossa casa e somos chamados a refletir sobre isso. Esse é um momento de refletir e fazer certo para deixar um Brasil melhor para nossos filhos e netos"
João Domenech Oneto, diretor de Comunicação Corporativa da Coca-Cola Brasil: "A Hora do Planeta é um ato simbólico e que enfatiza a necessidade do agir de cada um no dia a dia. A Coca-Cola fica muito satisfeita de participar desse evento"
Maurício Bacellar, Comunicação e Sustentabilidade da TIM: "Ver essa multidão participante da Hora do Planeta faz todo o esforço de mobilização que o WWF-Brasil, a TIM e os outros patrocinadores fazem valer à pena. Preservar nosso maior patrimônio, que é a Terra, depende de mobilização e é isso que a Hora do Planeta faz"
Carlos Minc, Secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro: "O Brasil já deu grandes exemplos de que pode fazer muito por um planeta melhor com a redução do desmatamento e outras ações. Agora todos devem fazer sua parte reciclando, andando de bicicleta, apagando as luzes e apagando o desperdício"
Toni Garrido, músico e ator: "É muito legal participar dessa luta para fazer com que o meio ambiente salve nossas vidas. Não se enganem: sem o meio ambiente, nós não sobreviveremos"
Cristiane Noronha, coordenadora educacional, que foi ao Arco da Lapa para participar da Hora do Planeta: "O evento está muito bonito e emocionante. Trabalho com educação em Minas Gerais e com certeza vou levar essa mensagem da Hora do Planeta aos meus alunos.
Nilo Sérgio, mestre de bateria da Portela: "Para a Portela é uma grande honra participar da Hora do Planeta e ajudar o Brasil a ter consciência que o planeta precisa de ajuda. Lá em Madureira (bairro onde fica a sede da escola) está tudo apagado, inclusive o shopping Madureira".
Leila da Lapa, feirante da Feira Noturna da Lapa Legal : "Para gente é muito legal poder fazer a nossa parte. A Lapa ficou muito legal assim e é bom que as pessoas mais novas já começam a pensar que tem que cuidar do planeta".
Foto: WWF-Brasil / Cristina Lacerda
sexta-feira, 25 de março de 2011
Basf reduz em 42% o consumo de água e registra índice de 90% de reutilização desse recurso natural
A maior fábrica da América Latina, com vendas superiores a 3,8 bilhões de euros somente na América do Sul em 2010, a Basf comemora o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, com resultados expressivos. Segundo dados divulgados pela instituição nesta semana, a empresa alcançou uma redução no consumo específico desse recurso (por tonelada produzida) de 42% no Brasil, desde 2002.
Na América do Sul, no mesmo período, a redução do recurso natural foi de 34%. O Complexo Químico de Guaratinguetá, em São Paulo, principal unidade produtiva da empresa na região representa aproximadamente 53% do consumo absoluto de água e reduziu em 46% o seu consumo específico entre 2002 e 2010.
O desempenho é resultado da adoção de medidas como a instalação e automação de torres de resfriamento para recirculação e reuso da água utilizada nos processos de produção. Segundo a instituição, essa sistema é capaz de manter a recirculação de 90% da água captada do Rio Paraíba do Sul para fins de refrigeração.
“Trata-se de um sistema integrado de gestão, instalações modernas e utilização de alta tecnologia com o objetivo de gerar ganhos ambientais e econômicos. Estamos, não só reduzindo a geração de gases de efeito estufa, mas também diminuindo a demanda de água”, afirma o diretor do complexo, Willi Nass. A organização apostou, ainda, no treinamento dos colaboradores para o uso consciente de água em suas atividades cotidianas.
“A disponibilidade de água potável para consumo é um dos principais desafios do século e a gestão sustentável desse recurso natural nunca foi tão importante quanto hoje”, completa Nass. Ainda segundo ele, além dos processos industriais, a empresa mantém em seu portfólio produtos que melhoram a qualidade da água e apoia iniciativas de incentivo ao consumo consciente entre seus colaboradores, clientes e comunidades próximas de suas unidades produtivas.
Nesse sentido é possível citar o “Programa de Valorização da Água em Pulverizações Agrícolas (Provar)”, criado pela unidade de proteção de cultivos em 2007 com base em pesquisa da Faculdade de Agronomia de Ituverava (SP). O projeto estimula usinas a diminuírem a quantidade de água empregada na aplicação de herbicidas, otimizando recursos na produção e reduzindo os impactos ao meio ambiente. Em três anos de pesquisas nas usinas sucroalcooleiras de Ribeirão Preto (SP), obteve-se um ganho operacional de até 30% e redução no volume de calda de até 60% (água usada na diluição do herbicida).
Vale citar ainda, as ações realizadas pelo braço social da empresa, a Fundação Espaço ECO, que incetiva cooperativas agrícolas a realizarem a restauração de áreas de preservação permanente e reserva legal, beneficiando a recuperação de lagos e rios ao seu entorno, bem como toda a biodiversidade local. Por meio do Programa Mata Viva de Adequação e Educação Ambiental entre 2007 e 2010 foram plantadas 360 mil mudas em propriedades agrícolas no Brasil.
Basf
Telefone: (11) 3043 2326
Site: www.basf.com
fonte: http://www.responsabilidadesocial.com
quinta-feira, 24 de março de 2011
Stuttgart é exemplo mundial no combate às ilhas de calor
Postado em 23/02/2011 ás 14h26
O município conta com telhados verdes, ruas arborizadas, parques e até mesmo os trilhos do trem foram adequados ao perfil de Stuttgart. l Imagens: Divulgação
A cidade alemã de Stuttgart se tornou referência mundial em projetos de combate às ilhas de calor. O investimento feito pela prefeitura desde a década de 80 resultou na maior cobertura vegetal da Alemanha e em uma melhor qualidade do ar para os seus habitantes.
Para que a cidade tivesse 60% de sua área com cobertura vegetal foi preciso um planejamento de cada detalhe. O município conta com telhados verdes, ruas arborizadas, parques e até mesmo os trilhos do trem foram adequados ao perfil de Stuttgart.
Segundo Ulrich Reuter, responsável pelo Departamento de Climatologia Urbana da Prefeitura de Stuttgart, em declaração ao jornal O Estado de S. Paulo, "a lei ambiental protege 39% da área de Stuttgart, onde são proibidas novas construções. Temos cinco mil hectares de florestas, 65 mil árvores em parques e 35 mil nas ruas, 300 mil metros quadrados de telhados verdes e 32 quilômetros de trilhos de bonde onde, a partir de 2007, foi plantada grama".
Reuter explicou que, a partir da década de 70, a cidade intensificou seus estudos, o que resultou na criação de um atlas climático. A medida era necessária para poder melhorar a circulação de ar na cidade, que possui cerca de 600 mil habitantes. Mesmo assim, com toda a estrutura e desenvolvimento alcançado ainda existem áreas sujeitas à formação de ilhas de calor.
As modificações e adequações ecológicas caminharam juntamente com o desenvolvimento urbano de Stuttgart e a própria sociedade teve papel importante nesse processo.
A cidade de Kobe, no Japão, se inspirou no atlas climático alemão para repensar os corredores por onde passam as correntes de ar e a distribuição das áreas verdes em seu território. A realidade das grandes cidades brasileiras ainda não permite um trabalho desse tipo. Conforme explicado pela professora Maria Fernanda Lemos, da Pontifícia Universidade Católica (PUC- Rio), “precisa-se primeiro pensar no micro”, ou seja, existem medidas diretas e menores que devem ser aplicadas antes de pensarmos em grandes estratégias como o exemplo alemão. Com informações do Estadão.
Redação CicloVivofonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2078
quarta-feira, 23 de março de 2011
Brasil e Alemanha estreitam cooperação na área de desenvolvimento sustentável
Publicado em: 20/03/2011
Entre em Contato
Ministério do Meio Ambiente
Telefone: (61) 2028-1227
Site: www.mma.gov.br
fonte: http://www.responsabilidadesocial.com
Evento em Brasília reuniu representantes dos dois países para traçar ações para gestão ambiental da Amazônia
| Jefferson Rudy/MMA | |
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| Gestores do Brasil e da Alemanha definem ações para Amazônia em oficina em Brasília |
Foram definidas na última sexta-feira (18), em Brasília (DF), as etapas do projeto desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), com apoio da agência alemã Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ). A cooperação bilateral é na área de meio ambiente e prevê atividades para gestão ambiental da Amazônia.
A proposta do encontro foi definir ações para os próximos três anos. A ideia é desenvolver capacidades de instituições governamentais e não-governamentais e do setor privado para a gestão sustentável de recursos naturais na floresta.
"Queremos intensificar a cooperação técnica e financeira com o Brasil", garantiu Jens Ochtrop, do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW). Serão atendidos setores como: gestão de áreas protegidas; prevenção e controle de desmatamento; desenvolvimento da economia local; entre outros.
Segundo o MMA, as ações e estratégias definidas serão implementadas em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e as secretarias estaduais de Meio Ambiente do Acre, Amazonas e Pará.
Na opinião do secretário-executivo do ministério, Francisco Gaetani, a parceria entre os dois países é estratégica e produtiva para o Brasil, já que “atua em uma área crítica”. As ações realizadas pelos dois países englobam as áreas de mudanças climáticas, biodiversidade, eficiência energética e desenvolvimento sustentável.
A proposta do encontro foi definir ações para os próximos três anos. A ideia é desenvolver capacidades de instituições governamentais e não-governamentais e do setor privado para a gestão sustentável de recursos naturais na floresta.
"Queremos intensificar a cooperação técnica e financeira com o Brasil", garantiu Jens Ochtrop, do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW). Serão atendidos setores como: gestão de áreas protegidas; prevenção e controle de desmatamento; desenvolvimento da economia local; entre outros.
Segundo o MMA, as ações e estratégias definidas serão implementadas em parceria com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e as secretarias estaduais de Meio Ambiente do Acre, Amazonas e Pará.
Na opinião do secretário-executivo do ministério, Francisco Gaetani, a parceria entre os dois países é estratégica e produtiva para o Brasil, já que “atua em uma área crítica”. As ações realizadas pelos dois países englobam as áreas de mudanças climáticas, biodiversidade, eficiência energética e desenvolvimento sustentável.
Ministério do Meio Ambiente
Telefone: (61) 2028-1227
Site: www.mma.gov.br
fonte: http://www.responsabilidadesocial.com
Ecologia e acessibilidade são destaques de feira de ciências da USP
23/03/2011 06h30 - Atualizado em 23/03/2011 06h30
Febrace reúne mais de 300 projetos na maior feira de ciências do país.
Participantes são alunos dos ensinos fundamental, médio e técnico.
Estudantes dos ensinos fundamental, médio e técnico estão apresentando nesta semana, em São Paulo, projetos de ciência e tecnologia que desenvolveram em suas escolas. A Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), organizada pela USP, é a maior do país. Esta edição conta com 301 projetos de 670 estudantes de todo o país – e um da Colômbia.
O principal objetivo da feira é incentivar a ciência desde cedo e estimular os jovens a seguir carreira científica. Contudo, mostra resultados práticos com projetos que revelam a criatividade dos alunos e professores que os conduzem.
Em geral, os projetos selecionados apontam soluções de baixo custo, tendo em vista o cuidado com o meio ambiente e a acessibilidade aos portadores de necessidades especiais, entre outros temas.
de arroz (Foto: Tadeu Meniconi/G1)
Palmilha ecológica
O projeto dos alunos Lana Pousa, Paulo Henrique Cerqueira e Nilcélia de Freitas, do Senai Geraldo Vieira Martins, de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), uniu duas das principais atividades econômicas da cidade, que fica a 315 km de São Paulo, no Oeste do estado: a plantação de arroz e a produção de calçados.
O projeto dos alunos Lana Pousa, Paulo Henrique Cerqueira e Nilcélia de Freitas, do Senai Geraldo Vieira Martins, de Santa Cruz do Rio Pardo (SP), uniu duas das principais atividades econômicas da cidade, que fica a 315 km de São Paulo, no Oeste do estado: a plantação de arroz e a produção de calçados.
A partir de cascas de arroz que seriam jogadas fora, estão sendo produzidas palmilhas para sapatos. O processo é simples: as cascas são unidas com cola branca e formam um material bastante resistente. Depois, são cortadas no formato do molde. Quando o calçado é confeccionado, a palmilha é revestida como outra qualquer.
tetraplégicos (Foto: Tadeu Meniconi/G1)
Cadeira de rodas acionada pelo sopro
Três projetos diferentes buscaram ajudar os tetraplégicos. Eles desenvolveram cadeiras de rodas movidas a motor que podem ser acionadas sem as mãos – pela voz, por exemplo.
Três projetos diferentes buscaram ajudar os tetraplégicos. Eles desenvolveram cadeiras de rodas movidas a motor que podem ser acionadas sem as mãos – pela voz, por exemplo.
Pensando em pacientes que têm também limitações na fala, alunos da Escola Técnica de Eletrônica Francisco Moreira da Costa, em Santa Rita do Sapucaí (MG), elaboraram uma cadeira controlada pelo sopro. Um sensor fica à altura da boca de quem está sentado. Com diferentes tipos de sopros, o portador escolhe a direção para onde quer ir e dá o comando para se movimentar. O projeto é assinado pelos estudantes Joaquim Eduardo de Oliveira, Wellington Rodrigues e Nixon Teixeira.
(Foto: Tadeu Meniconi/G1)
Destilador caseiro
O conhecimento da realidade de cada lugar também influenciou na escolha dos temas. Pensando nas comunidades de pescadores do litoral de Pernambuco, Maria Esther Marinho, Bianca Tavares e Lucas Jansen, alunos do Colégio Damas, de Recife, montaram um destilador caseiro para filtrar a água do mar e torná-la potável.
O conhecimento da realidade de cada lugar também influenciou na escolha dos temas. Pensando nas comunidades de pescadores do litoral de Pernambuco, Maria Esther Marinho, Bianca Tavares e Lucas Jansen, alunos do Colégio Damas, de Recife, montaram um destilador caseiro para filtrar a água do mar e torná-la potável.
Eles usaram ferramentas facilmente encontradas no comércio e gastaram R$ 30,60 para montar o destilador. A água do mar é aquecida numa panela de pressão e o vapor sai por uma mangueira de silicone. Depois, passa por uma serpentina de cobre imersa num recipiente cheio d’água – o metal foi escolhido porque ajuda a matar as bactérias. Condensada, a água sai pelo outro lado em condições de ser consumida – os estudantes fizeram análises laboratoriais e os indicadores estavam de acordo com o que o Ministério da Saúde recomenda.
alarme (Foto: Tadeu Meniconi/G1)
Tapete sonoro
Simples na concepção científica, o tapete sonoro é uma ideia criativa para ajudar a tomar conta de crianças. Por dentro dele, há fios que se cruzam sem se encostarem. Quando alguém pisa, os fios se tocam, acionam o circuito elétrico e ele emite um som.
Simples na concepção científica, o tapete sonoro é uma ideia criativa para ajudar a tomar conta de crianças. Por dentro dele, há fios que se cruzam sem se encostarem. Quando alguém pisa, os fios se tocam, acionam o circuito elétrico e ele emite um som.
Posicionando o tapete perto de lugares que podem oferecer riscos às crianças – fogões e escadas, por exemplo – os pais seriam avisados a cada vez em que o filho se aproximasse desses pontos, o que pode evitar acidentes domésticos.
O projeto é assinado por Amanda Balbinotti, Juliane Cristina dos Santos e Monize Picinini, alunas da Escola Técnica Estadual Trajano Camargo, de Limeira (SP).
segunda-feira, 21 de março de 2011
Dia 21 de março - Dia Mundial da Floresta
O Dia Mundial da Floresta tem sua origem no ano de 1872. A escolha da data se justifica pelo início da primavera no hemisfério norte, mas também por um acontecimento especial no estado de Nebraska, ao norte dos Estados Unidos. Foi lá que o jornalista e agricultor Julius Sterling Morton mobilizou a população local para dedicarem um dia... em homenagem à árvore, e cada pessoa foi instruída a plantar uma muda para diminuir a escassez de algumas espécies (que já acontecia naquela época, em pleno século XIX).
Desde aquela época, portanto, o Dia Mundial da Floresta serve para mobilizar as populações sobre a importância de se manter as florestas em seus estados naturais, conservando-as para garantir a manutenção da vida na Terra. A partir de 1972, a Organização para a Agricultura e Alimentação, ligada à ONU, aprovou o projeto de Julius, tornando a data oficial.
Morton was born in Adams, Jefferson County, New York. He was raised in Detroit and graduated from the University of Michigan. He was a member of Chi Psi Fraternity at Michigan. After receiving his diploma in 1854, he moved with his bride, Caroline Joy French, to Nebraska, which was not yet organized as a territory, and staked a claim in Nebraska City. Soon after arriving at Nebraska City, Morton became the editor of the local newspaper, the Nebraska City News. Morton served in the Nebraska Territorial House of Representatives in 1855-1856. He was then appointed Secretary of Nebraska Territory by President James Buchanan on July 12, 1858, which he served as until 1861. He also served as Acting Governor from December 5, 1858, to May 2, 1859.
Respected as an agriculturalist, Morton sought to instruct people in the modern techniques of farming and forestry. Among his most significant achievements was the founding of Arbor Day(from the Latin arbor, meaning tree) is a holiday in which individuals and groups are encouraged to plant and care for trees. It originated in Nebraska City, Neb., in the United States in 1872. J. Sterling Morton is the founder of Arbor Day. The first Arbor Day was held on April 10, 1872, and an estimated 1 million trees were planted that day.). He became well known in Nebraska for his political, agricultural, and literary activities and from there was appointed as Secretary of Agriculture by President Cleveland. He is credited with helping change that department into a coordinated service to farmers, and he supported Cleveland in setting up national forest reservations.
In 1897 Morton planned and began to edit the multivolume Illustrated History of Nebraska. He also published a weekly periodical, The Conservative. He died on April 27, 1902, in Lake Forest, Illinois, where he was seeking health treatment. Morton's wife Caroline died in June of 1881. The Morton home in Nebraska City is now a state park, the Arbor Lodge State Historical Park and Arboretum.
In 1937, the state of Nebraska donated a bronze statue of Morton to the National Statuary Hall Collection at the United States Capitol. Morton is a member of the Nebraska Hall of Fame. The J. Sterling Morton Beltway, a highway near Nebraska City, Nebraska, which is made up from U.S. Route 75 and Nebraska Highway 2, is named for him. J. Sterling Morton Magnet Middle School in Omaha, Nebraska also bears his name.
His son Joy Morton was the founder of the Morton Salt Company in Chicago, Illinois, and created The Morton Arboretum in Lisle, Illinois, in 1922. Joy Morton's original 400-acre (1.6 km2) Thornhill Estate, began in 1910, has been transformed into a 1,700-acre (6.9 km2) living history museum of over 4,000 different types of trees, shrubs and other woody plants, with the mission to encourage the planting of trees as well as promoting nature as a source of inspiration, wonder and joy, especially for children.
Though Morton was a "Bourbon" (i.e. conservative) Democrat, his son, Paul Morton, served as Secretary of the Navy under President Theodore Roosevelt from 1904 to 1905 as a Progressive Republican. It is worth noting that this shift is paralleled by that of Henry Cantwell Wallace, who served as a Progressive Republican Secretary of Agriculture under Harding and Coolidge, and his son Henry A. Wallace who served in the same office as a Democrat under Roosevelt.
domingo, 20 de março de 2011
Site do Reino Unido educa a população a desperdiçar menos alimento
Postado em 23/02/2011 ás 14h20
Love Food Hate Waste visa sensibilizar para a necessidade de reduzir o desperdício de alimentos. Ao fazer algumas coisas fáceis todos nós podemos desperdiçar menos comida, o que acabará por beneficiar o nossos bolso e o meio ambiente. (Imagem:Divulgação)
Love Food, Hate Waste (Amo comida, Odeio desperdício, em tradução livre) é um site que educa as pessoas a desperdiçar menos alimentos no dia-a-dia. Eles apresentam desde dicas de como armazenar corretamente os alimentos a como montar uma lista de compras em supermercado. O objetivo é reeducar a população do Reino Unido.
O site tem algumas ferramentas que lhe permite fazer um planejamento das refeições e o que é necessário manter em casa. Uma das preocupações é como cuidar para que os alimentos sejam utilizados antes do final do prazo de validade. Além disso, eles disponibilizam receitas que usam sobras de alimentos, reaproveitado tudo quanto possível, além de informações nutricionais.
Outra ferramenta que evita o desperdício é uma calculadora chamada “porção perfeita”. O site mostra a quantidade de alimentos que deve ser usado para preparar uma refeição levando em consideração o número de pratos preparados; o mesmo acontece para festas.
No Reino Unido 8,3 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçados por ano. O desperdício médio de uma família padrão (casal com filho) é equivalente a R$ 1.837,84 por ano de alimentos e oferecem também implicações ambientais.
De acordo com o site, se o Reino Unido parasse de desperdiçar alimentos que poderiam ter sido comidos, o impacto do CO2 seria o equivalente a 1 carro fora da estrada a cada 4.
O site também emplaca uma campanha chamada “The Love Food Hate Waste”, que visa sensibilizar para a necessidade de reduzir o desperdício de alimentos. A campanha mostra que, ao fazer algumas coisas fáceis e práticas cotidianas, todos nós podemos desperdiçar menos comida, o que acabará por beneficiar os nossos bolsos e o meio ambiente.
O site é apresentado pela organização WRAP, uma ONG responsável pela promoção da reciclagem e compostagem doméstica do Reino Unido. A WRAP é financiada pelo governo e trabalha para incentivar e capacitar empresas e consumidores a serem mais eficientes no uso de materiais e reciclar mais coisas com mais frequência. Isso ajuda a minimizar a deposição em aterro, reduzir as emissões de carbono e melhorar nosso meio ambiente.
fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2075
Dia Mundial da Agua - 22 de Março - World Water Day 2011
On this page we provide campaign materials to help create a buzz about World Water Day. Check this space often because we will keep producing fun stuff until March. Soon you will also find information material, to learn more about Water and urbanization.
The success of World Water Day depends on you. Please, tell your friends and colleagues about these banners and buttons to help us spread the word about the World Water Day website. And if you’re using these items, let us know. Share your successes with us.
Look out for Posters, Photo Galleries, T-Shirt Templates and much, much more on this page in the coming months leading up to World Water Day 2011.
http://www.unwater.org/worldwaterday/download/wwd2011_brochure_en.pdf
source: http://www.unwater.org/worldwaterday/campaign.html#docs
The success of World Water Day depends on you. Please, tell your friends and colleagues about these banners and buttons to help us spread the word about the World Water Day website. And if you’re using these items, let us know. Share your successes with us.
Look out for Posters, Photo Galleries, T-Shirt Templates and much, much more on this page in the coming months leading up to World Water Day 2011.
http://www.unwater.org/worldwaterday/download/wwd2011_brochure_en.pdf
source: http://www.unwater.org/worldwaterday/campaign.html#docs
22 de março, "Dia Mundial da Água"
O "Dia Mundial da Água" foi criado pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas através da resolução A/RES/47/193 de 22 de Fevereiro de 1993, declarando todo o dia 22 de Março de cada ano como sendo o Dia Mundial das Águas (DMA), para ser observado a partir de 1993, de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento contidas no capítulo 18 (Recursos hídricos) da Agenda 21.
Nesse período vários Estados foram convidados, como fosse mais apropriado no contexto nacional, a realizar no Dia, atividades concretas que promovam a conscientização pública através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas à conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos e/ou a implementação das recomendações proposta pela Agenda 21.
A cada ano, uma agência diferente das Nações Unidas produz um kit para imprensa sobre o DMA que é distribuído nas redes de agências contatadas. Este kit tem como objetivos, além de focar a atenção nas necessidades, entre outras, de:
- Tocar assuntos relacionados a problemas de abastecimento de água potável;
- Aumentar a consciência pública sobre a importância de conservação, preservação e proteção da água, fontes e suprimentos de água potável;
- Aumentar a consciência dos governos, de agências internacionais, organizações não-governamentais e setor privado;
- Participação e cooperação na organização nas celebrações do DMA.
Os temas dos DMA anteriores foram:
- 2010: Água limpa para um mundo saudável
- 2009: Águas Transfronteiriças: a água da partilha, partilha de oportunidades.
- 2008: Saneamento
- 2007: Lidando com a escassez de água
- 2006: Água e cultura
- 2005: Água para a vida
- 2004: Água e desastres
- 2003: Água para o futuro
- 2002: Água para o desenvolvimento
- 2001: Água e saúde
- 2000: Água para o século XXI
- 1999: Todos vivem rio abaixo
- 1998: Água subterrânea: o recurso invisível
- 1997: Águas do Mundo: há suficiente?
- 1996: Água para cidades sedentas
- 1995: Mulheres e Água
- 1994: Cuidar de nossos recursos hídricos é função de cada um.
A partir de 2001 ficou restrito a cada país a adoção da Agenda 21
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