sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Children of the Sun / Filhos do Sol




We are ancient As ancient as the sun
We came from the ocean
Once our ancestral home So that one day
We could all return
To our birthright
The great celestial dome

We are the children of the sun
Our journey's just begun
Sunflowers in our hair
We are the children of the sun
There's room for everyone
Sunflowers in our hair

Throughout the ages
Of iron, bronze and stone
We marvelled at the night sky
And what may lie beyond
We burned offerings
To the elemental ones
Made sacrifices
For beauty, peace and love

We are the children of the sun
Our kingdom will come
Sunflowers in our hair
We are the children of the sun
Our carnival's begun

Our songs will fill the air
And you know it's time
To look for reasons why
Just reach up and touch the sky
To the heavens we'll ascend

We are the children of the sun
Our journey has begun

All the older children
Come out at night
Anaemic, soulless
Great hunger in their eyes
Unaware of the beauty
That sleeps tonight

And all the queen's horses
And all the king's men
Will never put these children back
Together again
Faith, hope, our charities
Greed, sloth, our enemies

We are the children of the sun


quarta-feira, 11 de março de 2015

Cientistas provam que DNA pode ser reprogramado por palavras e freqüências


O DNA HUMANO É UMA INTERNET BIOLÓGICA, e superior em muitos aspectos à nossa internet artificial. Pesquisas de cientistas russos explicam direta e indiretamente fenômenos como a clarividência, intuição, atos de cura espontâneos ou improváveis, técnicas de auto-cura, técnicas de afirmação, luzes/auras incomuns em volta das pessoas, influência da mente nos padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de um novo tipo de medicina nas quais o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM cortar e substituir um único gene.
Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para construir proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”. Os investigadores russos, no entanto, convencidos de que a natureza não produz nada sem uma função específica, juntou-se a lingüistas e geneticistas em uma aventura para explorar os 90% de “DNA lixo.” Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionários! De acordo com eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção de nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos aparentemente inúteis 90%, segue as mesmas regras que todas as nossas linguagens humanas. Para este fim, eles compararam as regras da sintaxe (a forma em que as palavras são unidas para frases formulário e sentenças), a semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos de nosso DNA seguem uma gramática regular e têm regras do jogo assim como nossas línguas. Línguas para humanos não aparecem por acaso, mas são um reflexo de nosso DNA inerente.
O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibratório do DNA. [Para efeitos de concisão Vou dar apenas um resumo aqui. Para a exploração, por favor consulte o apêndice no final deste artigo] O resultado foi: “. Cromossomas vivos funcionam como  computadores solitonicos / holográficos, usando a radiação laser endógena do DNA.” Isto significa, que conseguiram modular, por exemplo, certos padrões de frequência de raio laser e com isso influenciaram a frequência de DNA e, portanto, a própria informação genética. Uma vez que a estrutura básica dos pares de DNA e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação do DNA é necessária. Pode-se simplesmente usar palavras e sentenças da linguagem humana! Isto, também, foi provado experimentalmente! Substância de DNA vivo (no tecido vivo, não in vitro) sempre reagirá aos raios laser de linguagem moduladas e até às ondas de rádio, se as frequências apropriadas forem  usadas.
Isso explica cientificamente afinal porque  as afirmações, o treinamento autógeno, hipnose e similares podem ter efeitos tão fortes nos humanos e seus corpos. É inteiramente normal e natural para o nosso DNA reagir à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos de cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos entusiasticamente trabalham em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências moduladas de rádio e de luz adequadas e assim reparar defeitos genéticos.
O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que, com este método, cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados. Eles inclusive capturaram padrões de informação de um DNA particular e o transmitiram para outro, assim reprogramando as células para outro genoma. Desta forma eles transformaram com sucesso, por exemplo, embriões de rã em embriões de salamandra simplesmente transmitindo os padrões de informação de DNA! Desta forma a informação por inteiro foi transmitida sem nenhum dos efeitos colaterais ou desarmonias encontradas quando cortam e re-inserem genes únicos do DNA. Isso representa uma inacreditável revolução e sensação de transformação do mundo! Tudo isto pela simples aplicação da vibração e da linguagem em vez do procedimento de corte arcaico. Esta experiência aponta para o imenso poder das ondas genéticas, que obviamente têm uma influência maior na formação dos organismos do que os processos bioquímicos das seqüências alcalinas.
xamMísticos antigos, esotéricos e professores espirituais já sabiam há várias eras que nossos corpos são programáveis pela linguagem, palavras e pensamentos. Isso agora foi cientificamente provado e explicado. A freqüência, é claro, precisa ser correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. O indivíduo deve trabalhar nos processos internos e maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com seu próprio DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende destes fatores, mas sempre funcionará, desde que usem a freqüência correta.
Porém, quanto maior é o desenvolvimento da conciência de um indivíduo, menos ele precisa de qualquer tipo de artifício! Cada um pode alcançar estes resultados por si só, e a ciência pode finalmente parar de rir de tais idéias e confirmar e explicar seus resultados. E não termina por aí. Os cientistas russos descobriram também que o nosso DNA pode causar padrões de perturbação no vácuo,com isso produzindo buracos-de-minhoca (Wormholes ) magnéticos!  Wormholes são os equivalentes microscópicos das chamadas pontes Einstein-Rosen em proximidade com os buracos negros (deixados por estrelas que se apagam). São conexões de túnel entre áreas totalmente diferentes no universo através das quais informações podem ser transmitidas fora do espaço e do tempoO DNA atrai estes pedaços de informação e as passa para a nossa consciência. Este processo de hiper-comunicaçãoé mais eficaz num estado de relaxamento. Stress, preocupações ou um intelecto hiperativo impedem a efetividade da hiper comunicação e a informação pode ser totalmente distorcida e inútil.

Fonte: mundocogumelo.com

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Arvores para curarmos


  Abrazar árboles para sanarnos

 Tanto las flores como los árboles tienen una radiación energética compatible con la de las personas. Esto quiere decir que podemos usar esa energía que las plantas nos brindan para energetizar nuestro propio sistema energético, el cual está formado por el campo áurico y los chakras principales y secundarios.

  Nuestros antepasados buscaban un árbol para abrazarse a su tronco, cuando se sentían angustiados o cargados de problemas. Por el tronco fluye la savia que da energía directamente de la tierra.

 En las técnicas orientales, como el chi-kung, hay una postura que se llama "abrazar el árbol". Esta posición estática alinea todos los huesos del modo más eficaz posible.

 Para los occidentales puede parecer algo ridículo, sin embargo, cada vez más naturópatas lo recomiendan.

 Es una forma gratuita de sentirse en comunión con la naturaleza.Cuando caminamos entre los árboles en un parque o un bosque, podemos llegar a sentir la energía que desprenden. Los celtas creían que cada árbol poseía un espíritu sabio y que sus rostros podían verse en la corteza de sus troncos y sus voces escucharse en el sonido de las hojas moviéndose con el viento.

 Los árboles nos ayudan a establecer contacto con el poder de la naturaleza, nos dan herramientas para sanarnos, relajarnos, fortalecernos, cargarnos de energía vital y son portadores de los mensajes de la madre Tierra.

  Existen cada vez más personas que han comprobado los beneficios de abrazar los árboles. Al revés que con las personas que al abrazarlas podemos notar pérdidas de energía debido a factores emocionales, con un árbol siempre notaremos que nos carga, nunca que nos descarga.

 No olvidemos que todo ser vivo es energía, y al igual que nosotros, los árboles tienen la suya propia, muchas veces entramos en sintonía y sentimos como fluye expresando nuestra sensación de bienestar, tranquilidad, serenidad, etc. Desde aquí queremos compartir la energía que te aporta cada árbol en concreto, porque cada uno tiene una característica, determinada por su especie, velocidad de crecimiento, entorno.

 ¿CÓMO CAPTAR LA ENERGÍA DE LOS ÁRBOLES? La energía que emanan los árboles, al igual que la nuestra, es invisible al ojo físico, es lo que llamamos el aura, muy perceptible sensitivamente.

  El árbol al igual que las personas está emitiendo vibraciones energéticas constantemente y son perfectamente asimilables por el ser humano, se pueden absorber y podemos beneficiarnos de sus efectos.

 Existen dos formas fundamentales de captarla:

  A TRAVÉS DE LA ENERGÍA DEL ÁRBOL:

  Su extensión es más o menos grande según las características de cada árbol y su situación ambiental. Bastará penetrar en su radio de acción. Este tipo de energía se absorbe con el simple hecho de pasear por un bosque, conscientemente podemos aumentar su captación regulando nuestra respiración a un ritmo tranquilo y algo profundo.


 En la práctica, esto lo podemos hacer:
Camina entre los árboles y escoge alguno que te llame la atención.
  1. Acércate a él, obsérvalo y capta su energía, no trates de analizarlo mentalmente o de establecer un vínculo emocional. Sólo nota su tono vibratorio.
  2. Tócalo al mismo tiempo que cierras los ojos, con tu mano izquierda. Reconoce su fuerza y su influencia en el entorno. Observa si es un árbol solitario o un pastor de árboles que tiene influencia sobre el colectivo. Capta si su energía es curativa, o si es protectora y amorosa, o si es sabia, o si es imponente en todo ese territorio o de cualquier otro tipo. Acepta esa energía sin más y pregúntate si deseas recargarte a ti mismo con esa fuerza.
  3. Establece contacto con la energía del árbol mediante tu corazón energético. Vacía tu ruido interno, fluye en el amor y escucha al árbol. Capta su espíritu. Preséntate con tu nombre y entra en un espacio donde la comunicación es energética y no sonora. Puedes pedir consejo sobre cualquier situación que necesites, cargarte de energía, relajarte o aceptar su sabiduría.
  4. Escucha la en tu corazón, da las gracias, levántate y despídete poniendo tu mano derecha sobre su tronco.
 EN CONTACTO DIRECTO CON EL ÁRBOL:

 Utilizando las manos:

A través de ellas podemos realizar una captación más consciente, son una zona muy sensible a la emisión y captación vibratoria ya que en la palma existen varios puntos de entrada y salida de energía. La posición más conveniente es la de seguir las grietas o fisuras de la corteza en el sentido que las presenta el árbol.

  Utilizando la espalda:
 La parte central de la espalda, recorriendo la columna vertebral, se encuentra el canal energético principal del cuerpo. Apoyando esta zona en el tronco del árbol absorberemos la energía que emana.

 de García Azañedo.

 DEBO ACLARAR QUE ESTO SOLO RESULTA SI HACEMOS UN INTERCAMBIO AMOROSO, DE AMOR, SI SOLO QUEREMOS APROVECHARNOS DE SU ENERGIA,EN SANARNOS, SI SOLO PENSAMOS EN SU USUFRUCTO, EL CONTACTO NO SE REALIZARA.

 SAIKU.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Somos Todos UM

http://www.youtube.com/watch?v=QlpB3PKZ9pU&feature=player_embedded


Quando os europeus chegaram aqui...Colombo
Nós podíamos beber água de qualquer rio.
Se os europeus vivessem como os nativos, quando eles vieram
Nós ainda poderíamos beber aquela água
Porque água é sagrada, o ar é sagrado
Nosso DNA é feito do mesmo DNA que a árvore
A árvore inspira o que expiramos
Quando ela expira nós precisamos do que ela expira
Então...nós temos um destino em comum com a árvore
Somos... viemos todos da Terra
E quando a terra, água e atmosfera são corrompidos
Isso irá criar uma certa reação
A MÃE TERRA está reagindo...
o mundo se tornou um "mercado"

É esse "mercado" que temos que resolver
Essa idéia de recursos abundantes e intermináveis
E quando voce diz recursos naturais,
voce está falando de nossos "parentes"... de nossa família...
Não são "recursos naturais"...são família...
E requerem todo nosso respeito...
A estrutura do mundo é assim...
funciona sob leis naturais, que é um processo regenerativo poderoso
um processo que continua, cresce e é interminável...
SE todos concordam com a lei e seguem a lei
mas se voce desafia a lei
e acha que vai mudar a lei...você vai fracassar
E nesse fracasso vai haver muita dor
porque a Lei Natural não tem misericórdia
É apenas "A LEI"...
A Terra é toda poderosa...
Não foi feita para os "seres humanos"
pois somos só parte dela.
Nós não "temos" que estar aqui
porque a Terra tem seu próprio processo
E se chegar ao ponto de vc se destruir como ser humano e vc...
destruir a vida e finalmente deixar esta Terra
a Terra não vai desaparecer...
Não vai ser o fim do mundo
isso nos parece um conceito curioso
não... o mundo não vai acabar
a vida das pessoas vai acabar
Portanto, não é o fim do mundo...É o NOSSO fim.
E o mundo... não importa que destruição você tenha feito nele,
vai se regenerar... vai se tornar verde de novo
vai reconstruir tudo que esteve aqui um dia...
exceto o fato de que não vai mais haver pessoas.
Porque a Terra tem todo o tempo à sua disposição...
À medida que você está se destruindo...
... na reta final,
e você está correndo rumo ao final
e lá existe um muro de pedra...
e você não está freando seu cavalo,
você não está parando, você está, na verdade, acelerando.
Essa é a maneira como eu vejo o uso do que vocês chamam de recursos
Você está usando-os mais rápido do que eles se reproduzem
Vocês estão indo rumo ao desastre, e ninguém está freando o cavalo
E cada dia que você não fizer o que é certo
é mais um dia que você perdeu uma opção
e você perde suas opções a cada dia...
Nenhuma árvore cresce por si mesma
Uma árvore é uma comunidade
certas árvores, certas plantas se reúnem em torno de certas árvores
e certos medicamentos se reúnem em torno de certas plantas
Assim, se você matar todas as árvores, se você cortar todas elas
e você destruir a comunidade, você não está destruindo só uma árvore ...
você está destruindo toda a comunidade
que a rodeia e prospera ali...
e talvez medicamentos importantes para pessoas ou animais
Assim, você perdeu uma comunidade e se cortar tudo,
que é o que acontece na América e no Canadá hoje em dia,
e penso que no mundo todo...
então você é mesmo uma força muito destrutiva.
E apenas replantar árvores não é replantar comunidade
você perdeu muito ... no processo
Se você não entender isso, você entenderá...
E esse entendimento virá...de uma forma bem dura.
Das 100 "unidades econômicas" dominantes no mundo de hoje
as 100 maiores unidades econômicas ...
é a palavra que eles usam...somos "unidades"
49 são países e 51 são corporações ...
Bem, vamos "digerir" isso por um segundo ...
O que significa isso?
isso significa que corporações são a força motriz
de tomada de decisão hoje em dia ...
e as corporações não estão preocupadas com direitos humanos,
não estão preocupadas com a Vida Humana,
não estão preocupadas com salários adequados
para pessoas que trabalham para elas.
Então, que tipo de decisões serão tomadas em nosso favor,
por esse "poder econômico"?
essas "corporações-países", como eu as chamo.
Ah, vai ser um inferno, como se costuma dizer
devido às coisas que estão ocorrendo agora.
Eu penso que as pessoas têm que tomar consciência, acordar...
O poder está sempre nas mãos das pessoas
elas tem que criar uma consciência única, precisam...
contestar os valores que lhes são empurrados hoje
porque estamos virando uma sociedade de consumidores
comandada pela economia, e não pelo bom senso.

Você sabe, não é bom sensoapenas "seguir" alguém, sem motivo...
Por quê?... Vc não tem a resposta...por quê você está seguindo alguém
se ele está pulando de um precipício...
Porque você o seguiria?
você o seguiria?
Pense bem, use seu bom senso...
Todo mundo deveria ser seu próprio líder
Em outras palavras, pensar por conta própria
Quando olhamos a fundo, queremos encontrar aliados, amigos
pessoas que vão compreender
e concordar com as atitudes de paz.
Agora tudo está sendo colocado em nossas mãos, toda a VIDA.
É nossa responsabilidade e dever
tomar conta de todas as formas de VIDA...
Assim, quando se fala disso
nao é sobre nossos tios, tias e primos,
nossos pais e mães, mas sim sobre TODA forma de vida.
Temos que pensar nas árvores, peixes,
todos os animais, tudo aquilo que cresce,
tudo o que tem VIDA,
porque... tudo é uma FAMÍLIA...

Narração: Profecia de nativos norte-americanos: Red Crow Westerman e Oren Lyons.
Imagens: Do premiado documentário "Planet Earth" da série sobre a natureza, de David Attenborough (BBC), produzido por Alastair Fothergill.
Trilha Sonora: do filme Patch Adams. Contém músic

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Turma,
este filme é simplesmente lindo!... 
Apresenta a dedicaçâo maravilhosa de um professor por seus alunos .
A expressão no mais infimo da alma e a sensibildiade a flor da pele.... ..
Enjoy it!!!!!!!
Eliane Sena

https://www.youtube.com/watch?v=b6J0CCuA11w&list=PLbNTJhiOvm7GQfBb6aLHIpsjFmeRjFTp2&index=1



sábado, 18 de outubro de 2014

Fossa de Bananeiras

“Conhecida popularmente por “fossa de bananeiras”, é uma técnica de tratamento de efluentes domésticos desenvolvida pelo Ecocentro IPEC para solucionar o problema da poluição existente em zonas urbanas e periféricas com os efluentes dos sanitários convencionais jogados em ‘sumidouros’. Vale lembrar que, em comunidades com mais de 500 habitantes/km2, a biologia do solo não consegue realizar a eliminação completa de patógenos e, particularmente onde o lençol freático está próximo da superfície, o problema pode chegar a sérios riscos para a saúde pública. Por isso, o canteiro bio-séptico é uma opção segura, barata, bonita e sustentável ao saneamento básico. Como funciona o canteiro bio-séptico?

Ele é facilmente construído com materiais prontamente disponíveis no mercado e de baixo custo. Uma escavação de 1mX1mX4m é feita em nível no terreno e esta vala é repetida paralelamente. Dentro da vala é construída uma câmara para receber os efluentes e a construção é feita com tijolos de 6 furos, tijolos maciços e meias-manilhas de concreto, de forma a receber os efluentes para um tratamento biológico híbrido.

O tratamento híbrido - O efluente é digerido anaerobicamente pelos micro-organismos presentes. A medida em que o nível aumenta, o líquido alcança os furos dos tijolos e sai para uma segunda câmara preenchida com material poroso, como argila expandida, e propicia a digestão aeróbica da matéria orgânica e minerais. Nos quinze centímetros superiores da vala são plantadas bananeiras e outras plantas hidrófilas que fazem a evaporação do líquido remanescente.

Esse sistema já foi instalado em uma variedade de situações, desde residências convencionais até restaurantes e feiras, e os resultados são surpreendentemente positivos: não há efluentes e as plantas produzem alimento de ótima qualidade.”

(Http://www.ecocentro.org/artigo.do?acao=pesquisarArtigo&artigo.id=37453)

 



Figura -  - fossa de Bananeira – fonte: site: http://www.ecocentro.org

 Podemos realizar
 
Tratamento de descarte Orgânico:

Compostagem é o conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos, com a finalidade de obter, no menor tempo possível, um material estável, rico em húmus e nutrientes minerais; com atributos físicos, químicos e biológicos superiores (sob o aspecto agronômico) àqueles encontrados na(s) matéria(s) prima(s) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Compostagem)

.


                                                Figura – Compostagem – Blog Terra a Vista – R.Bulha – Mar´2010

 
Reciclagem
 
Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam e estão se esgotando. Reciclar significa = Re (repetir) + Cycle (ciclo). A reciclagem traz os seguintes benefícios:

·         Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar;

·         Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população;

·         Prolonga a vida útil de aterros sanitários;

·         Melhora a produção de compostos orgânicos;

·         Gera empregos para a população não qualificada;

·         Gera receita com a comercialização dos recicláveis;

·         Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens; e

·         Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica. (http://www.ambientebrasil.com.br)



Figura  - Ciclo infinito da Reciclagem (http://cidadesinstituto.blogspot.com/2008_10_01_archive.html)

 


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Masaro Emoto,

minha pequena homenagem ao Sr. da Aguas que nos deixou esta semana!!!
Aqui segue um vídeo e fotos onde eu e meu amigo José Vitor tivemos a felicidade de encontra-lo na Cerimonia do Rio Tiete em 12-set-2013.


Nasmate por tudo!!!

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Masaru Emoto (江本勝, Emoto Masaru?) nasceu em Yokohama, Japão, no dia 22 de Julho de 1943 e é um fotógrafo e autor japonês que executou experiências com a água, submetendo-a ao pensamento humano, mas sem publicações científicas que comprovem suas experiências. Segundo ele, palavras ou pensamentos fazem com que as moléculas de água se comportem de formas diferentes. Essas proposições foram fortemente criticadas como pseudociência. Após submetê-las ao experimento, a determinada temperatura, são tiradas fotografias microscópicas das moléculas da água. Masaru Emoto tem um livro bastante conhecido sobre seus experimentos e ficou famoso ao tê-los divulgados no filme documentário "Quem somos nós". (http://pt.wikipedia.org/wiki/Masaru_Emoto)

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

passeio ambiental em Itu

No próximo dia 25 de outubro (sábado), das 9h às 11h, a Fundação SOS Mata Atlântica abre as porteiras do Centro de Experimentos Florestais SOS Mata Atlântica – Brasil Kirin, na cidade de Itu, no interior de São Paulo, para visitação. O programa Porteira Aberta é gratuito e tem como objetivo promover a interação dos visitantes com as atividades desenvolvidas pela equipe da ONG no local, que sedia pesquisas e projetos em prol da restauração e conscientização ambiental. -

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Por que desmatar 79% da area de manaciais secou São Paulo - 10/10/2014

Artigo de Marcia Hirota*, originalmente publicado no Blog do Planeta – Estudo da Fundação SOS Mata Atlântica divulgado com exclusividade pela revista Época  constatou que a cobertura florestal nativa na bacia hidrográfica e nos mananciais que compõem o Sistema Cantareira, centro da crise no abastecimento de água que assola São Paulo, está pior do que se imaginava. Hoje, restam apenas 488 km2 (21,5%) de vegetação nativa na bacia hidrográfica e nos 2.270 km2 do conjunto de seis represas que formam o Sistema Cantareira.
O levantamento avaliou também os 5.082 km de rios que formam o sistema. Desse total, apenas 23,5% (1.196 km) contam com vegetação nativa em área superior a um hectare em seu entorno. Outros 76,5% (3.886 km) estão sem matas ciliares, em áreas alteradas, ocupadas por pastagens, agricultura e  silvicultura, entre outros usos.
O estudo teve como base o último Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, que avaliou a situação da vegetação nos 17 Estados com ocorrência do bioma, no período 2012-2013. O Atlas, que monitora o bioma há 28 anos, é uma iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da Arcplan.
Com base em imagens de satélite, o Atlas da Mata Atlântica utiliza a tecnologia de sensoriamento remoto e geoprocessamento para monitorar os remanescentes florestais acima de 3 hectares. Neste estudo sobre o Sistema Cantareira, realizado pela SOS Mata Atlântica e Arcplan, foram identificadas as áreas de até 1 hectare.
As análises foram avaliadas em nível municipal, indicando os municípios com total de áreas naturais mais preservados. As cidades observadas foram: Camanducaia (19,6% de vegetação nativa), Extrema (15,2%), Itapeva (7,9%) e Sapucaí Mirim (42%), em Minas Gerais; Bragança Paulista (3,2%), Caieiras (50,2%), Franco da Rocha (40,8%), Joanópolis (18,8%), Mairiporã (36,6%), Nazaré Paulista (24,7%), Piracaia (17,7%) e Vargem (17,9%), em São Paulo.
As florestas naturais protegem as nascentes e todo fluxo hídrico. Com esses índices de vegetação, não é de se estranhar que o Sistema Cantareira opere, atualmente, com o menor nível histórico de seus reservatórios, já que para ter água é preciso ter também florestas
E o que fazer diante deste quadro?
O primeiro desafio é proteger o que resta de Mata Atlântica e manter, com rigor, o monitoramento e a fiscalização dessas áreas para evitar a ocorrência de novos desmatamentos.
Importante lembrar que Minas Gerais, Estado que reúne não apenas as nascentes de rios que formam o Sistema Cantareira, mas também das bacias dos rios Doce, São Francisco e Paraíba do Sul, entre outros, é o recordista do desmatamento da Mata Atlântica pelo quinto ano consecutivo, de acordo com os últimos dados do Atlas da Mata Atlântica.
O segundo ponto é promover a recuperação florestal nessas regiões, incluindo-se aqui investimentos públicos e privados para restauração florestal e programas de Pagamentos Por Serviços Ambientais (PSA) voltados aos proprietários de terras, municípios e Unidades de Conservação que as preservarem.
Com o objetivo de estimular esse esforço, a Fundação SOS Mata Atlântica lançará ainda neste mês um novo edital do programa Clickarvore, com apoio do Bradesco Cartões e Bradesco Capitalização, para a doação de 1 milhão de mudas de espécies nativas para restauração na Bacia do Cantareira. Essas mudas possibilitarão a recuperação de até 400 hectares de áreas, que por sua vez podem promover a conservação de 4 milhões de litros de água por ano. A ideia é que os projetos selecionados colaborem para conservar e proteger os recursos hídricos conectando, nessas regiões, os poucos fragmentos de mata que hoje encontram-se isolados.
Pode parecer pouco, tendo em vista o tamanho do desafio, mas é um primeiro passo para trazer de volta as florestas e a água ao Sistema Cantareira. Esperamos que essa iniciativa contribua para o fortalecimento de políticas públicas efetivas e que possa marcar o início de esforços conjuntos da sociedade, iniciativa privada e do poder público para a recuperação desse importante manancial. Afinal, a grave escassez que enfrentamos neste ano reforça a necessidade do Estado promover a proteção dos mananciais e a gestão integrada e compartilhada da água.
A restauração da cobertura florestal nas áreas de mananciais é o pontapé para a recuperação das reservas de água. No entanto, para que traga resultados efetivos, essa iniciativa  precisa ser somada a uma ação urgente e firme do Governo do Estado no sentido de implementar efetivamente instrumentos econômicos como o PSA e a cobrança pelo uso da água a todos os usuários, o que garantirá a sustentabilidade do sistema e o acesso à agua em quantidade e qualidade para a sociedade.

*Marcia Hirota é diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica.
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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Living Enterprise as the Foundation of a Generative Economy

Very interesting !!!!

source: http://blogs.worldwatch.org/sustainabilitypossible/livingenterprise/

“What kind of economy is consistent with living inside a living being?” This was a question posed to us under a leafy canopy, deep in the woods of southern England, not far from Schumacher College where I’d come as a teacher. I stood listening with a group of students as resident ecologist Stephan Harding posed what for me would become a pivotal question – the only question there is, really, as we negotiate the turn from the industrial age into an entirely new age of civilization.

I’d come to Schumacher to share my learnings from four years as co-founder of Corporation 20/20 at Tellus Institute in Boston, where I’d helped to lead hundreds of experts in business, law, government, labor, and civil society to explore what, at the time, seemed to me the most critical question of our day: How could corporations be redesigned to incorporate social and ecological aims as deeply as financial aims?

Over 20 years as co-founder and publisher of Business Ethics magazine, I had seen how corporations and financial markets had come to be the dominant institutions of society, and how their profit-maximizing operating system had become the operating system of the planet. That design lay at the root of many major ills facing our society. But if corporate design was the core problem, the question of redesigning corporations did not quite hit the mark as the solution. It was Stephan’s talk that helped me understand why.

You don’t start with the corporation and ask how to redesign it. You start with life, with human life and the life of the planet, and ask, how do we generate the conditions for life’s flourishing?

f you stand inside a large corporation and ask how to make our economy more sustainable, the answers are about incremental change from the existing model. The only way to start that conversation is to fit your concerns inside the frame of profit maximization. (“Here’s how you can make more money through sustainability practices.”) Asking corporations to change their fundamental frame is like asking a bear to change its DNA and become a swan.

The founding generation of America didn’t begin by telling the king how caring for the peasants would improve his return on investment. They articulated truths they held to be self-evident. That’s what Stephan did in that forest. He said simply:

“A thing is right when it enhances the stability and beauty of the total ecosystem. It is wrong when it damages it.”

The sustainability of the larger system comes first. Everything else has to fit itself within that frame.

From maximizing profits to sustaining life

If the dominant ownership designs of today are built around profit maximization, central to that imperative is the need to grow. As Herman Daly and others have so eloquently articulated, the growth imperative threatens the living system of the Earth. When we take apart the system to see where this imperative resides, we find that what keeps it in overdrive are the demands of Wall Street for ever-higher profits and stock price. Corporations, and the capital markets where their ownership shares trade, are the internal combustion engine of the capitalist economy. They are where it hits the ground and goes. And where it spins out of control. As Fritjof Capra put it, “It’s an alarming thought that organizational systems are now the main driving force of ecological systems.”

In the short run, profit-maximizing companies can help in a rapid transition to an ecologically cleaner economy. But in the somewhat longer run, that transition might represent a brief moment in time. If human civilization and planetary ecosystems are still functioning well 50 years from now (not a small if), what about the next 50 years? And the next 100 or 200 or 1,000 years beyond that? What kind of economy will be suited for ongoing life inside the living earth? Will it be an economy dominated by massive corporations intent solely on earnings growth? That doesn’t seem likely. When you take the long view, the question turns itself about:

Can we sustain a low-growth or no-growth economy indefinitely without changing dominant ownership designs?

That seems unlikely. Probably impossible. How, then, do we make the turn? How can we design economic architectures that are self-organized not around profit maximization, but around serving the needs of life?

After my sojourn in England, this question set me on a journey in search of answers. I had seen, over many years, how extractive design – the quest for endless extraction of more and more financial wealth – was at the root of many of our ills. I began a quest to find alternative designs. And I was heartened to find they were everywhere, emerging in largely unsung, disconnected experiments all over the world.

I visited wind farms in Denmark that had been started and owned by wind guilds, groups of small investors who joined together to fund and own wind installations, with no corporate middleman. Denmark now generates one-fifth of its electric power from wind, more than any other nation. And this success is widely credited to the grassroots movement of the wind guilds. It’s an ecological success story made possible by the community-rooted ownership designs behind it.

I studied the community forests of Mexico, where the rights to govern and profit from the forest have often been granted to local communities, many of them indigenous tribal peoples – like the Zapotec Indians of Ixtlan de Juarez in southern Mexico. At Ixtlan, the problems that bedeviled other forests in Mexico, like deforestation and illegal logging, have become relatively unknown. The reason is community members have incentive to be stewards, because forest enterprises employ 300 people harvesting timber, making furniture, and caring for the forest. These are living forests, communities of trees and humans, where the purpose is to live well together. Worldwide, more than a quarter of forests in developing nations are managed by local communities. In Mexico, community forests represent more than 60 percent of all forests. Yet they remain virtually unknown, even in Mexico.
On Martha’s Vineyard, off the coast of Massachusetts, I visited South Mountain Company, an employee-owned design and build firm specializing in sustainable construction, which has made a deliberate choice to slow down its growth. It was the first example I’d seen of a consciously post-growth company. As its president John Abrams had written, this company was “challenging the false gospel of unchecked growth.” After the crash of 2008, it had in fact opted to shrink – and to do so in the most humane way possible. Its ability to make that choice arose directly from the fact that the company was owned and controlled not by absentee owners, but by its own employees.

In Maine, I visited a lobster cooperative that supported more than 40 families, helping them by allowing lobstermen to collectively buy bait and sell their catch efficiently. It is a small-scale community ownership design that is part of a larger economic design – a state governing framework. That framework includes democratically elected lobster zone councils, as well as ecological rules prohibiting the taking of lobsters that are under-age, or carrying eggs. Most innovatively, the state rules prohibit corporate boats from operating in sensitive inshore waters, allowing only owner-operated boats there. In other words, only small, local, mom-and-pop type lobster operations are allowed to work the best waters. At a time when the vast majority of the world’s fish stocks are overexploited, the Maine lobster industry remains vibrant. It is often cited as an example of successful collective action in “common pool resource management.” Rules on ownership design are central to it all.
n Denmark, I visited the town of Kalundborg, where the major pharmaceutical Novo Nordisk produces 40 percent of the world’s insulin. The town is home to a famed example of “industrial symbiosis,” where this company’s waste becomes food for the ecosystem. Yeast from making insulin, for example, is treated and then passed to farmers to be used as food for pigs, or for fertilizer. That ecological design – which has been operating and stable for decades – is possible only because ownership of this major, publicly traded company is also stable. It is an example of a design that is common throughout northern Europe, which can be called the “mission-controlled corporation.” The aim of this company is to defeat diabetes. And the corporation is legally controlled by a foundation, intent on that social mission.

These various models embody a coherent school of design – a common form of organization that brings the living concerns of the human and ecological communities into the world of property rights and economic power. They can be called a family of generative ownership designs. They are aimed at creating the conditions where all life can thrive. Together, they potentially form the foundation for a generative economy – a living economy that might have a built-in tendency to be socially fair and ecologically sustainable.

In ownership design, there are five essential patterns that work together to create either extractive or generative design: purpose, membership, governance, capital, and networks. Extractive ownership has a Financial Purpose: maximizing profits. Generative ownership has a Living Purpose: creating the conditions for life. While corporations today have Absentee Membership, with owners disconnected from the life of enterprise, generative ownership has Rooted Membership, with ownership held in human hands. While extractive ownership involves Governance by Markets, with control by capital markets on autopilot, generative designs have Mission-Controlled Governance, with control by those focused on social mission. While extractive investments involve Casino Finance, alternative approaches involve Stakeholder Finance, where capital becomes a friend rather than a master. Instead of Commodity Networks, where goods are traded based solely on price, generative economic relations are supported by Ethical Networks, which offer collective support for social and ecological norms.

Ownership is the gravitational field that holds an economy in its orbit. Today, dominant ownership designs lock us into behaviors that lead to financial excess and ecological overshoot. But emerging, alternative ownership patterns – when properly designed – can have a tendency to lead to beneficial outcomes. It may be that these designs are the elements needed to form the foundation for a generative economy, a living economy – an economy that might at last be consistent with living inside a living being.

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Marjorie Kelly is a Fellow at Tellus Institute in Boston and author of The Divine Right of Capital and the more recent Owning Our Future: The Emerging Ownership Revolution. Learn more at www.OwningOurFuture.com. This blog post was originally posted on the Sustainable Prosperity blog in December 2012.


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