Este lindo Planeta Azul, nossa querida GAIA, é possuidora de uma força e beleza tão intensa e abrangente que é impossível não sentirmos UNO com TODOS.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Câmara de São Paulo vai restringir uso de sacola plástica
http://www.youtube.com/watch?v=HZoteVFLLYg&feature=player_embedded
por Milton Jung em novembro 5 , 2010 às 10:19 am
por Milton Jung em novembro 5 , 2010 às 10:19 am
O comércio será obrigado a cobrar dos consumidores pelo uso da sacola de plástico se projeto de lei que está na Câmara Municipal de São Paulo for aprovada na semana que vem. O texto original do vereador Carlos Alberto Bezerra (PSDB) recebeu a colaboração de vários colegas de parlamento e pretende incentivar o uso de bolsas retornáveis para reduzir o impacto ambiental provocado pelo descarte do plástico.
Para conscientizar o cidadão, a proposta quer que os comerciantes discriminem na nota fiscal o custo destas sacolinhas que, calcula-se, é de R$ 0,20 a unidade. A adesão à lei seria de um a quatro anos, com as grandes redes de supermercados sendo as primeiras a se adaptarem e pequenos comércios e feiras livres os últimos.
No Brasil, descarta-se cerca de 12 bilhões de sacolinhas plásticas durante um ano, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, e para entender o tamanho desta encrenca o ouvinte-internauta Raul Lenguasco sugere que se preste atenção no vídeo que abre este post.
A cobrança pelo uso da sacola plástica é comum em outros países. Mara Rocha escreveu para o CBN São Paulo e disse que em Portugal todo supermercado cobra U$ 0,02 por unidade. Enquanto a ouvinte-internauta Patrícia Fortunado informou que em Washington, nos Estados Unidos, quem não usa a sacolinha ganha desconto de U$ 0,5.
Uma reação bastante comum contra a restrição no uso do saco plástico, perceptível através de e-mais e tweets encaminhados, ocorre devido ao hábito de se usar este produto para acomodar o lixo residencial.
Primeiro que deveria ser esforço de cada cidadão reduzir a quantidade de lixo descartado, consumindo produtos com menos embalagem e reciclando o que for possível. É assustador ver que de cada três sacos de lixo deixados na calçada para a prefeitura recolher, dois tem material que poderia ser reaproveitado passando por processo de reciclagem.
Segundo, armazene o lixo em sacos de plásticos maiores em lugar de se encher uma quantidade enorme de saquinhos de supermercado.
Terceiro, substitua o saco plástico pela folha de papel de jornal, usando o sistema de dobradura sugeridos por dois ouvintes-internautas Mariângela Alves e Thiner.
Acompanhe o passo a passo enviado por eles (anexo)
Para conscientizar o cidadão, a proposta quer que os comerciantes discriminem na nota fiscal o custo destas sacolinhas que, calcula-se, é de R$ 0,20 a unidade. A adesão à lei seria de um a quatro anos, com as grandes redes de supermercados sendo as primeiras a se adaptarem e pequenos comércios e feiras livres os últimos.
No Brasil, descarta-se cerca de 12 bilhões de sacolinhas plásticas durante um ano, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, e para entender o tamanho desta encrenca o ouvinte-internauta Raul Lenguasco sugere que se preste atenção no vídeo que abre este post.
A cobrança pelo uso da sacola plástica é comum em outros países. Mara Rocha escreveu para o CBN São Paulo e disse que em Portugal todo supermercado cobra U$ 0,02 por unidade. Enquanto a ouvinte-internauta Patrícia Fortunado informou que em Washington, nos Estados Unidos, quem não usa a sacolinha ganha desconto de U$ 0,5.
Uma reação bastante comum contra a restrição no uso do saco plástico, perceptível através de e-mais e tweets encaminhados, ocorre devido ao hábito de se usar este produto para acomodar o lixo residencial.
Primeiro que deveria ser esforço de cada cidadão reduzir a quantidade de lixo descartado, consumindo produtos com menos embalagem e reciclando o que for possível. É assustador ver que de cada três sacos de lixo deixados na calçada para a prefeitura recolher, dois tem material que poderia ser reaproveitado passando por processo de reciclagem.
Segundo, armazene o lixo em sacos de plásticos maiores em lugar de se encher uma quantidade enorme de saquinhos de supermercado.
Terceiro, substitua o saco plástico pela folha de papel de jornal, usando o sistema de dobradura sugeridos por dois ouvintes-internautas Mariângela Alves e Thiner.
Acompanhe o passo a passo enviado por eles (anexo)
1. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.
2. Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.
3. Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.
4. Vire a dobradura “de barriga para baixo”, escondendo a aba que você acabou de dobrar.
5. Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:
6. Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.
7. Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.
8 Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:
9 Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!
10 É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!
Outras sugestões passadas por ouvintes-internautas:
A avó de Ana Carolina Cardoso “usa de um artifício bem antigo: o bom e velho carrinho de feira”. A Sívia Scuccuglia comenta que no supermercado Pão de Açucar oferece aos clientes que não usam sacos plásticos pontos em seu programa de fidelidade que podem ser trocados por dinheiro: “Em um ano ganhei R$ 300,00”.
O advogado especializado em direito ao consumidor Josué Rios informou que se deve ficar atento para quantidade de plástico que pegamos dentro do supermercado, não apenas no caixa. Para evitar isto, o Sonda permite que frutas e verduras, por exemplo, sejam pesados no próprio caixa, enquanto o Futurama obriga o consumidor a ensacá-los antes “o que duplica ou triplica o consumo do plástico”.
A mudança de hábito é demorada e sempre provocará reações contrárias, mas o ideal é que o cidadão e as empresas, sem necessidade de interferência do poder público, estejam conscientes dos produtos que consomem e pensem como reduzir, reaproveitar e reciclar este material para diminuir o impacto no meio ambiente.
Aqui na australia, as pessoas so' usam sacolas de pano,
ou algo que eles utilizam muito que e` o carrinho de mao, ha` varios tipos, tamanhos e precos.
domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Conheça conceitos de ecologia e os problemas ambientais de hoje
Na entrevista a seguir, o médico e escritor Ayrton Marcondes, um dos autores do livro "Curso Básico de Educação Ambiental", fala sobre o tema de sua obra, explica alguns conceitos essenciais da ecologia e aborda alguns dos principais problemas ambientais da atualidade. Saiba o que é biosfera, ecossistema, chuva ácida, efeito estufa e muito mais...
Pelos meios de comunicação, recebemos notícias diárias sobre a destruição das florestas, o aumento da poluição, chuvas ácidas, efeito estufa e várias outras agressões ambientais? Qual o significado real disso? A vida na terra pode desaparecer?
Para avaliar os riscos reais que corremos, para saber como evitá-los, precisamos conhecer os mecanismos das complexas relações entre os seres vivos e o ambiente. Precisamos estar conscientes das mudanças que precisam ser promovidas pelo homem em seu modo de encarar seu próprio planeta, tanto em nível governamental, quanto individual, para podermos sobreviver sem medo de que a vida em nosso planeta esteja por um fio. Nesse sentido, fica evidente a importância da educação ambiental.
Para avaliar os riscos reais que corremos, para saber como evitá-los, precisamos conhecer os mecanismos das complexas relações entre os seres vivos e o ambiente. Precisamos estar conscientes das mudanças que precisam ser promovidas pelo homem em seu modo de encarar seu próprio planeta, tanto em nível governamental, quanto individual, para podermos sobreviver sem medo de que a vida em nosso planeta esteja por um fio. Nesse sentido, fica evidente a importância da educação ambiental.
O que é propriamente educação ambiental?Educação ambiental é o desenvolvimento da capacidade intelectual do ser humano no que se refere aos assuntos ecológicos, visando a sua participação na preservação do ambiente.
Você falou em assuntos ecológicos. Ecologia é uma palavra que se ouve bastante, mas o que exatamente ela significa?
A palavra "ecologia" foi criada pelo biólogo alemão Ernst Heinrich Haeckel, em 1866. Em alemão diz-se "Ökologie". O termo se origina do grego, em que "Oikos" quer dizer "casa" e "logia" significa estudo. Então a ecologia é o estudo do ambiente em que vivemos, ou melhor, é a ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e destes com o ambiente onde vivem. Nesse sentido, o objeto básico, de estudo da ecologia é a biosfera, ou seja, a parte da terra onde existe vida, um espaço que vai desde a altitude de 6.200 metros até profundidades de cerca de 10.100 metros. A biosfera inclui todos os ambientes onde existe vida: o terrestre, o de água salgada e o de água doce.
A palavra "ecologia" foi criada pelo biólogo alemão Ernst Heinrich Haeckel, em 1866. Em alemão diz-se "Ökologie". O termo se origina do grego, em que "Oikos" quer dizer "casa" e "logia" significa estudo. Então a ecologia é o estudo do ambiente em que vivemos, ou melhor, é a ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e destes com o ambiente onde vivem. Nesse sentido, o objeto básico, de estudo da ecologia é a biosfera, ou seja, a parte da terra onde existe vida, um espaço que vai desde a altitude de 6.200 metros até profundidades de cerca de 10.100 metros. A biosfera inclui todos os ambientes onde existe vida: o terrestre, o de água salgada e o de água doce.
O que é um ecossistema, outro termo muito empregado quando se fala em ecologia? Ecossistema é o nome que se dá a uma parte da biosfera que pode ser estudada de forma isolada. Uma floresta, um lago, um pântano ou a caatinga tomados em sua totalidade são exemplos de ecossistemas. Ou seja, ecossistema é o conjunto formado pelos seres vivos, pelo meio ambiente onde vivem e pelas relações que esses seres mantêm entre si e com o meio.
Sob o ponto de vista ecológico, como podem ser classificados os seres vivos encontrados nos ecossistemas?Basicamente em três tipos. Primeiro, os produtores, ou vegetais, que são os únicos que conseguem absorver a energia luminosa do Sol e utilizá-la para suprir as suas próprias necessidades energéticas. Através da fotossíntese, os produtores fabricam substâncias orgânicas que servem de alimentos para eles e para outros seres, os consumidores. Os consumidores precisam obter alimento para sobreviver, alimentando-se diretamente dos produtores, no caso dos herbívoros, ou de outros consumidores, no caso dos carnívoros. Finalmente, vêm os decompositores, os seres que se alimentam dos cadáveres dos produtores e consumidores.
Então, essa relação dos seres vivos entre si e com o meio ambiente é essencialmente alimentar?É de natureza alimentar com conseqüente transferência de energia de um ser a outro.De fato, entre os seres vivos de um ecossistema se estabelece uma relação alimentar que se inicia com os produtores e termina nos decompositores, passando pelos consumidores. É a essa relação que chamamos cadeia alimentar. Por exemplo, num certo ecossistema, uma borboleta se alimenta do néctar de uma flor e, em seguida, é comida por um lagarto. Depois, o lagarto é comido por um gavião que, ao morrer, serve de alimento aos decompositores. Convém lembrar que a cadeia alimentar é o tipo mais simples de relação alimentar que se observa na natureza. Em geral, essas relações são mais complexas e o conjunto de cadeias alimentares de um certo sistema é chamado de teia alimentar.
Essa relação é uma relação de equilíbrio?Se nada quebrar os elos das cadeias, mantém-se uma situação de equilíbrio, isto é, todas as espécies que compõem o ecossistema permanecem vivas e integradas ao seu ambiente. Esse contínuo e perfeito funcionamento dos ecossistemas resiste às mudanças naturais do ambiente, como, por exemplo, invernos muito rigorosos, épocas de seca prolongada, inundações naturais e outros fenômenos que ameacem sua estabilidade.
O que pode ocasionar a ruptura desse equilíbrio?A ação do homem. O homem interfere no ambiente por muitas razões, mas, seguramente, a principal foi o grande crescimento populacional no último século. Em conseqüência disso, por exemplo, é necessário aumentar as áreas de cultivo, a produção de máquinas agrícolas, adubos e pesticidas. Além disso, as populações vivem em locais diferentes, então, há necessidade de abertura de estradas, de maior produção de energia e outros materiais. Ainda temos de considerar que vivemos num sistema econômico e político marcado pela acumulação de riquezas e o consumismo exagerado. Tudo isso gera uma necessidade de exploração desenfreada de recursos naturais, que nem sempre são renováveis e podem se esgotar.
Quais são as principais ameaças à biosfera nos dias atuais?Infelizmente várias: chuvas ácidas, buraco na camada de ozônio, efeito estufa, desertificação, extinção de espécies, acúmulo de lixo e poluição.
Vamos falar um pouco mais sobre algumas delas. Explique o que são as chuvas ácidas.
As chuvas ácidas são provocadas pela concentração de gases tóxicos lançados diretamente na atmosfera devido à queima incompleta de combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão mineral. Essa queima produz, além do gás carbônico, outros gases como as formas oxidadas do nitrogênio e do enxofre, que são liberadas para a atmosfera. Uma delas, o dióxido de enxofre, ao se combinar com o vapor d'água, forma o ácido sulfúrico que é o principal responsável pelas chuvas ácidas.
As chuvas ácidas são provocadas pela concentração de gases tóxicos lançados diretamente na atmosfera devido à queima incompleta de combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão mineral. Essa queima produz, além do gás carbônico, outros gases como as formas oxidadas do nitrogênio e do enxofre, que são liberadas para a atmosfera. Uma delas, o dióxido de enxofre, ao se combinar com o vapor d'água, forma o ácido sulfúrico que é o principal responsável pelas chuvas ácidas.
Quais as conseqüências que elas provocam?Desde 1980, constatou-se que vários lagos do mundo tinham se tornado ácidos e que, na maioria deles, já não se encontrava qualquer forma de vida. A acidez das águas determinou o desaparecimento das espécies. O mesmo efeito pode ser observado em relação à cobertura vegetal. Na cidade de Cubatão, em São Paulo, as indústrias químicas e siderúrgicas lançam excesso de dióxido de enxofre na atmosfera. Por isso, a vegetação da mata Atlântica, nas encostas da serra do Mar, recebe chuvas ácidas. O resultado é a morte das árvores de maior porte e, como suas raízes servem para fixar o solo, passaram a se verificar deslizamentos que põem em risco a vida das populações que vivem perto das encostas.
E quanto ao buraco na camada de ozônio?
A camada de ozônio situa-se numa altitude entre 15 e 50 quilômetros, ao redor da nossa atmosfera. O Ozônio é um gás que consegue absorver os raios ultravioletas emitidos pelo Sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Então, a camada de ozônio é uma espécie de escudo protetor da Terra. No final da década de 1970, descobriu-se existir um buraco nessa camada, cujas causa pode ser a liberação de um composto químico chamado clorofluorcarbono (CFC) na atmosfera. O CFC foi utilizado em larga escala em inseticidas, tintas, cosméticos, produtos de limpeza, etc. Agora, esse uso tem sido mais controlado. No entanto, o dano se mantém e o buraco na camada de ozônio nos obriga a tomar um grande cuidado ao nos expormos ao sol, pois o excesso de exposição aos raios ultravioletas pode provocar câncer de pele, bem como cegueira. Além disso, a redução da cama de ozônio também contribui para o efeito estufa.
A camada de ozônio situa-se numa altitude entre 15 e 50 quilômetros, ao redor da nossa atmosfera. O Ozônio é um gás que consegue absorver os raios ultravioletas emitidos pelo Sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Então, a camada de ozônio é uma espécie de escudo protetor da Terra. No final da década de 1970, descobriu-se existir um buraco nessa camada, cujas causa pode ser a liberação de um composto químico chamado clorofluorcarbono (CFC) na atmosfera. O CFC foi utilizado em larga escala em inseticidas, tintas, cosméticos, produtos de limpeza, etc. Agora, esse uso tem sido mais controlado. No entanto, o dano se mantém e o buraco na camada de ozônio nos obriga a tomar um grande cuidado ao nos expormos ao sol, pois o excesso de exposição aos raios ultravioletas pode provocar câncer de pele, bem como cegueira. Além disso, a redução da cama de ozônio também contribui para o efeito estufa.
E o que é o efeito estufa?A elevação da temperatura da terra provocada pela introdução na atmosfera de quantidades excessivas de gases que já se encontram nela normalmente ou de gases estranhos a ela. O maior causador do efeito estufa é o gás carbônico que, embora exista normalmente no ar atmosférico, torna-se nocivo em quantidades exageradas, uma vez que não se deixa atravessar pelas radiações infravermelhas do Sol. Desse modo, o gás carbônico, provocado pela queima de carvão, lenha e petróleo, absorve e reflete de volta para a Terra o calor que deveria ser liberado para o espaço, provocando a elevação da temperatura terrestre.
Quais as conseqüências do efeito estufa?A principal conseqüência é o degelo das calotas polares, que pode propiciar o aumento do volume das águas dos oceanos, inundando as regiões costeiras de baixas altitudes e destruindo muitas cidades.
Tudo isso significa que nós e o nosso planeta estamos condenados definitivamente?Não. Muita coisa está mudando. Tanto os governos quanto as organizações governamentais e as pessoas, individualmente, estão se conscientizando dos problemas e têm tomado atitudes para tentar resolvê-los. Ao mesmo tempo, os passos que estão sendo dados ainda são pequenos e há muita coisa por fazer. Essa é uma pergunta que só o futuro poderá responder.
fonte: http://noticias.uol.com.br/licaodecasa/materias/medio/biologia/ult1698u4.jhtm - 12-jan-07
fonte: http://noticias.uol.com.br/licaodecasa/materias/medio/biologia/ult1698u4.jhtm - 12-jan-07
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
curso de Educação Ambiental em São Paulo
Fundação SOS MATA ATLANTICA promove curso de Educação Ambiental em São Paulo
Os interessados em ampliar seus conhecimentos em educação ambiental têm até esta quinta-feira (28 de outubro) para se inscrever no curso “Educação Ambiental: um caminho que construímos coletivamente”. A capacitação, promovida pela Fundação SOS Mata Atlântica, visa apresentar e discutir as diversas teorias para a construção do campo da Educação Ambiental e analisar propostas, projetos, experiências e práticas educativas que tematizam a relação entre educação, sustentabilidade, meio ambiente e cidadania. A facilitadora é Samia Nascimento Sulaiman, Mestra em Educação Ambiental pela Universidade de São Paulo-USP, com larga experiência em assessoria profissional e coordenação de projetos acadêmicos na área. O curso ocorre às segundas e quartas do mês de novembro (nos dias 03, 08, 10, 17, 22, 24 e 29/11), sempre das 19 às 22h, na sede da Fundação (Rua Manoel da Nóbrega, 456, Paraíso, São Paulo-SP). Estão sendo oferecidas 25 vagas e o valor é 250 reais para não-filiados da Fundação e 225 reais para filiados. Incrições no portal e informações no email agenda@sosma.org.br ou telefone 11-3055-7894.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
"Ecological communities can be thought of as superorganisms which function more smoothly and predictably as biodiversity increases. As soon as species in a given place being to web themselves together, the whole community becomes a superorganism, with powerful emergent properties. The member species work together to create an emergent self-regulating network, in which the whole is greater than the sum of the parts. In order to fully understand, rather than explain, the profound animate quality of Gaian ecological communities, we need to compliment reason with knowledge given to us by our sensing bodies... as indigenous traditions have done here for centuries." - Stephan Harding, Animate Earth
Educacao Ambiental e Sustentabilidade

Num artigo publicado na revista Sustentabilidade, Walter Gonçalves de Souza diz algo claro; mas que, todavia, ainda parece estar distante da nossa realidade nos dias de hoje: “Para pensar em sustentabilidade, devemos primeiro pensar em uma educação ambiental voltada para a sustentabilidade”.
Uma frase simples e que encerra todo um conhecimento e uma constatação muito simples: Muitas pessoas ouvem constantemente falar sobre sustentabilidade; mas na verdade muito poucas sabem como levar uma vida mais sustentável ou o que isso significa. Desta forma, a criação de uma mentalidade sustentável nas pessoas e nas empresas passa, a princípio, pela criação de uma rede que seja capaz de fornecer a educação ambiental necessária para o correto entendimento e a criação de uma cultura de sustentabilidade que se espalhe por todas as camadas da sociedade.
Iniciar a formação de uma mentalidade sustentável e fornecer os conhecimentos necessários para isso deve se iniciar desde a mais tenra infância e assim que as crianças consigam compreender os conceitos existentes por trás deste tema importantíssimo. Isso permitirá que num futuro próximo, essas crianças se transformem em multiplicadores e, em um tempo mais distante, em adultos conscientes e competentes para buscar métodos e modelos de vida que garantam a sustentabilidade de suas casas e a sustentabilidade de suas cidades. Exercendo o seu poder de pressão e de decisão sobre as empresas e sobre toda a sociedade em que vivem.
Essa educação ambiental e os conceitos de sustentabilidade devidamente arraigados e cultivados nos corações e nas mentes das futuras gerações; proporcionarão o poder necessário as massas para que exerçam a capacidade de regular o mercado e garantir que os aproveitadores e espertalhões de plantão sejam severamente banidos; garantindo uma sobrevida apenas para as empresas que sigam os preceitos da sustentabilidade na fabricação de seus produtos ou no fornecimento de seus serviços, ou seja, uma empresa sustentável. Assim, o poder do indivíduo transbordará para toda a sociedade e ganhará força, cada vez maior, pressionando as corporações a cuidar melhor e proteger o meio ambiente em que se inserem.
Esta é, sem sombra de dúvidas, a característica mais essencial e mais positiva e que, evidentemente, mais garantirá a continuidade de uma boa condição de vida para as gerações futuras. Uma correta educação ambiental eliminará a idéia errônea e egoísta de que “estamos sós”. E provará, até para os mais céticos, que tudo está interligado e que cada ação, negativa ou positiva, tem seus reflexos no meio ambiente que nos cerca. Quando o ser humano entender isso e todas as sociedades voltarem-se para a importância que representa levar uma vida mais sustentável; o mundo deixará de correr o grave risco que hoje corre de uma aniquilação pelo esgotamento de sua capacidade de manter nossas vidas no ritmo atual de exigências e de consumo que imprimimos, e quem sabe conseguiremos ter um planeta sustentável.
Desde que o homem está sobre a terra, nós estamos consumindo e destruindo o ambiente que nos cerca e nos provém a vida. No entanto, nos dias atuais, já somos capazes de criar um entendimento e perceber que esse comportamento acabará por exterminar nossa sociedade e nossa raça. Temos, portanto, o dever de prover as gerações que se apresentam e as futuras, os meios necessários para compreender os desafios e os problemas e contribuir de forma decisiva para a solução e para a busca de novos horizontes quando o assunto é sustentabilidade ambiental.
sábado, 16 de outubro de 2010
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
“Água em pó” existe. E pode reduzir o aquecimento global
Publicado:24 de setembro de 2010
A água em pó existe e ainda por cima pode combater o aquecimento global. Parecida com um punhado de açúcar, a água em pó é formada por moléculas de água e de silica (SiO2, dióxido de silício). Cada grão do pó possui uma concentração de 95% de água, a mesma de uma melancia.
Graças a essas características, a “água em pó” pode armazenar gases, como o dióxido de carbono (CO2), um dos principais responsáveis pelo aquecimento global. O autor da descoberta é o cientista britânico Andrew Cooper, que apresentou uma pesquisa sobre essa aplicação da água com silica no 240º Encontro Nacional da Sociedade Americana de Química, nesta quarta-feira, nos Estados Unidos.
Em pesquisas de laboratório, Cooper descobriu que a substância absorve três vezes mais CO2 que água e silica separadas – e, melhor, no mesmo espaço de tempo. A “água em pó” também seria capaz de acelerar a produção de matéria-prima utilizada na fabricação de remédios, alimentos e outros produtos de consumo.
“Não há nada parecido com isso”, diz Ben Carter, um dos cientistas envolvidos no estudo. “Esperamos que a água em pó ajude a resolver muitos problemas no futuro”. De acordo com Cooper, o pó poderá também ser utilizado para outros fins, como o transporte de materiais industriais nocivos.
A “água em pó” foi descoberta em 1968, mas recebeu pouco destaque na comunidade científica até 2006, quando seu uso foi retomado por cientistas britânicos. Foi só recentemente que os cientistas descobriram que ela pode ser utilizada para armazenar gases.
Fonte: http://veja.abril.com.br/
Este post foi publicado emAquecimento Global e tags Água em pó, Veja. Bookmark o permalink. Comentar ou deixar um trackback:Trackback URL.
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